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25/04/2013

PLANETA EMEL: Rua de Santiago

O slogan da EMEL afirma «Prioridade às Pessoas». Passeio na Rua de Santiago, uma das entradas da zona «Castelo» gerida pela empresa municiapl... Palavras para quê? Já foi pedido à CML que retire este painel instalado no meio de um canal pedonal. 

07/08/2011

então emel?




Chegado por e-mail:

«na rampa de acesso a um dos estacionamentos mais modernos da europa só passa um carro de cada vez.

joão guimarães»

22/09/2009

«Dia da Cidade Amiga do Peão»





No âmbito da Semana Europeia da Mobilidade 2009 e sob o mote “Melhoremos o Clima das Cidades” estão a decorrer, entre 16 e 22 de Setembro, diversas actividades.

22 Setembro - Terça-feira - Dia da Cidade Amiga do Peão

10h00-Acção “EMEL vai à Escola”: Avenida da Igreja
12h00-Visita ao posto temporário de monitorização da qualidade do ar: R. do Comércio/R. do Ouro
15h00-Apresentação da Visão Estratégica da EMEL para o futuro: Parque do Chão do Loureiro


Fotos: Resultado da Visão Estratégica da EMEL no passado - Parque das Portas do Sol. Custou mais de 5 milhões de euros, dá prejuízo, é mal gerido, e não resolveu os probelmas do estacionamento caótico na envolvente. Alguma razão para acreditar que o novo Parque do Mercado do Chão do Loureiro vai resolver problemas de estacionamento e libertar espaço público para os peões?

10/06/2009

EMEL: «um dos Parques de Estacionamento mais Modernos e Seguros da Europa»




No espaço onde estava planeada a abertura de um restaurante e café, com esplanada, existe uma lixeira. Desde a inauguração que este espaço municipal está ao abandono. Mas a EMEL afirma e declara em vários cartazes que este é «um dos Parques de Estacionamento mais Modernos e Seguros da Europa» (as palavras a negrito são da EMEL).

EMEL: «um dos Parques de Estacionamento mais Modernos e Seguros da Europa»





Eis «um dos Parques de Estacionamento mais Modernos e Seguros da Europa». Salvo variantes, no lixo e nos graffiti, o novo parque de estacionamento municipal das Portas do Sol, gerido pela EMEL, está assim desde praticamente a sua inauguração. Foi inaugurado em 2005 e custou 5 milhões de euros aos contribuintes. Viva Portugal!

06/12/2008

MIRADOURO DAS PORTAS DO SOL: anarquia e desleixo





Continua o reino da anarquia e do desleixo no terraço-miradouro do novo Parque de Estacionamento da EMEL nas Portas do Sol. Desde a sua inauguração, tanto a EMEL como a CML têm sido alertadas para os problemas que estão a destruir aquele novo espaço público de Lisboa. Lixo, graffiti... Os bancos de pedra lioz são usados e abusados pelos praticantes de skate. Estão reduzidos a rampas sujas para exercícios com skate. Ninguém no seu perfeito juizo se sentaria naqueles bancos. É lamentável que um novo equipamento - que custou 5 milhões de euros à cidade - esteja já reduzido à miserável existência que podemos constatar nas fotografias. Quanto ao parque de estacionamento é um falhanço. A sua ocupação ainda é baixa pois continua a ser possível estacionar gratuitamnete em cima dos passeios em redor. Um misto de puro vandalismo, falta de interesse, fraco planeamento e pobre manutenção estão na origem deste cenário de degradação e decadência. Lisboa está assim...

01/11/2008

A indiferença da EMEL: a degradação dos terraços do Parque das Portas do Sol





Exemplos da indiferença e incompetência, da EMEL - uma empresa municipal.

A indiferença da EMEL: os acessos do Parque das Portas do Sol





São assim, desde o dia da inauguração, os acessos do novo Parque da EMEL nas Portas do Sol / Alfama. Não é de admirar que a sua ocupação esteja longe da capacidade de 150 lugares. Custou 5 milhões de euros à cidade e tinha como missão (impossível?) acabar com o estacionamento selvagem na zona, libertando os passeios e largos para os peões. Mas afinal, "criou" mais lugares disponíveis para estacionamento selvagem! Se a empresa municipal criada para gestir o estacionamento tolera este comportamento à porta de um dos seus parques, então que esperança pode Lisboa ter? Como sabemos, esta situação anómala não constitui um caso inédito na capital. A ex-presidente da EMEL, Mariana Ferreira, não foi capaz, ou não teve interesse, de resolver esta questão.
A grande maioria dos lugares disponibilizados para os residentes não foram tomados. Razão: habituadas a estacionar de graça e à porta de casa durante décadas, as pessoas já não compreendem porque motivo não podem estacionar o seu carro privado em cima daquele passeio à porta do seu prédio. Residentes com 2 e 3 carros recusam pagar algumas dezenas de euros por mês para terem um lugar de estacionamento num parque. O espaço público deixou de ser visto como "bem comum". Agora é apenas, e simplisticamente, um "lá fora" onde "EU estaciono", "EU ponho o lixo" e "EU levo o cão à casa de banho".

28/10/2008

TRAVESSA DE S. TOMÉ: «acesso condicionado a peões» ou a liberdade de estacionar entre a UPA e a EMEL







Alguém consegue ver a passadeira? E o que será que querem mesmo dizer com a placa «acesso condicionado»? As imagens provam que não há condições para os automóveis... são totalmente livres para estacionarem como lhes apetecer. Portanto deve ser «acesso condicionado» a peões (por isso é que lá deve estar aquele boneco de um peão em cima de uma linha interrompida).

Este passeio e passadeira são um verdadeiro paradigma da nossa capital. Vejamos os factos:

- Estão exactamente entalados entre a entrada da Unidade de Projecto de Alfama (UPA) e a rampa de acesso do Parque das Portas do Sol da EMEL.

Há anos que vemos este cenário de viaturas de transporte individual estacionadas por todo o lado e de qualquer maneira, prejudicando a mobilidade dos peões. Neste local turístico por excelência, há um fluxo intenso de peões - o arruamento é muito usado por turistas nas suas deslocações pedonais entre o Miradouro das Portas do Sol, o Miradouro da Graça e Alfama.

Por sua vez, o Beco de Santa Helena - entrada/saída do novo Parque de estacionamento da EMEL nas Portas do Sol (que nos custou 5 milhões de euros!) - está diariamente e impunemente invadido por estacionamento! Alguém sabe de um caso igual? Uma situação absolutamente anómala. De uma originalidade totalmente lisboeta!

Mas todo este estacionamento selvagem nas Portas do Sol prejudica não só a mobilidade dos peões como também a própria circulação viária. A maior vitima é, como sempre, o eléctrico 28 - perguntem a qualquer guarda-freio quais são os pontos negros da linha em matéria de estacionamento selvagem...

Resumindo: todo o passeio da Travesa de S. Tomé, desde o Beco de Santa Helena (entrada do Parque da EMEL) até ao cruzamento com a Rua de S. Tomé (UPA), precisa urgentemente de pilaretes como se pode ver.

O Vereador Marcos Perestrello já foi alertado, por diversas vezes desde que tomou posse, para este problema. Só nos resta aguardar que o estudo da instalação de pilaretes na envolvência do Parque das Portas do Sol passe à fase de execução. Até lá, continuaremos a denunciar estes crimes contra a mobilidade dos peões.

22/09/2008

SEMANA EUROPEIA DA MOBILIDADE em Lisboa: Travessa das Mónicas




Seventh - and last - day of the European Mobility Week!

Case study 7: Travessa das Mónicas, a very typical Lisbon lane, lined with parking lots and parking pavements!


Para que servem os passeios da Travessa das Mónicas?
Estas imagens respondem à pergunta sem qualquer margem para dúvidas!
Mais uma vez, o típico cenário de viaturas de transporte individual estacionadas por todo o lado e de qualquer maneira. Este arruamento é muito usado por turistas para fazer o percurso entre o Miradouro da Graça e o conjunto monumental da Igreja de São Vicente de Fora e Panteão Nacional. Por sua vez, tanto o Largo da Graça como o Largo de São Vicente de Fora já não são verdadeiramente "largos" mas sim parques de estacionamento, para abandonar viaturas, pô-las à venda, etc. Este é mesmo uma espécie de percurso turístico do estacionamento lisboeta nas suas formas mais caprichosas.

O novo parque de estacionamento das Portas do Sol (gerido pela EMEL) encontra-se a poucos metros. Mas em cima dos passeios da Travessa das Mónicas o estacionamento é de graça. A CML gastou mais de 5 milhões de euros na construção do Parque das Portas do Sol para o ter meio ocupado e rodeado de estacionamento selvagem como neste arruamento da cidade histórica.