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26/01/2016


02/06/2015

Mais um que se foi....


Cinema Fonte Nova - Medeia (foto mariadaspalavras)

Salas do Centro Comercial Fonte Nova (Benfica) entraram para a lista negra dos cinemas tradicionais que fecharam. Alguns edifícios foram demolidos, outros têm outra atividade
Sílvia Afonso, de 69 anos, não se conforma com o encerramento, a 21 de maio, das três salas de cinema que funcionavam pelo menos desde 1995 no Centro Comercial Fonte Nova, em Lisboa. "Vivo aqui em Benfica há 58 anos, os meus irmãos moram aqui. Este é o nosso ponto de encontro", lamenta a madeirense, sem sequer querer ouvir falar no Centro Comercial Colombo, localizado a menos de um quilómetro.
Inaugurado em 1997, oito anos depois do Fonte Nova, dispõe de nove salas de cinema - incluindo uma com tecnologia IMAX - e terá sido um dos fatores que levaram ao fim de um dos últimos cinemas de bairro da capital. Restam o Cinema City Alvalade, que reabriu em 2009 no edifício de habitação de luxo que substituíra o do antigo Cinema Alvalade, projetado por Lima Franco em 1945 e demolido em 2003. O Nimas, na Avenida 5 de Outubro, o Cinema Ideal - a mais antiga sala de Lisboa, reaberta há menos de um ano no Chiado - e o emblemático São Jorge completam o roteiro de cinemas tradicionais que, pelas suas características, dificilmente serão considerados de bairro. Bem mais extensa é a lista dos que, por toda a cidade, adquiriram novas faces e utilizações.

in DN, 2015-06-02, por Inês Banha
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Pena, muita pena....pois tinha uma boa programação e não havia pipocas. 
Benfica ficou (ainda) mais pobre....e as salas funcionavam desde 1985 (?)

18/11/2014

Achtung Cinema S. Jorge..!!


No primeiro andar falta um dos três candeeiros do teto....(ali ao fundo da imagem) !?
Alguém sabe do seu paradeiro ?


..proprieade da Cidade de Lisboa....onde está ?

29/08/2013

Cottinelli Telmo. O arquitecto da companhia


In I Online (29.8.2013)
Por Rosa Ramos

«Desenhou o Padrão dos Descobrimentos e realizou o primeiro filme sonoro em português, "A Canção de Lisboa". O nome de Cottinelli Telmo ficou para sempre associado à arquitectura do Estado Novo e da CP

Era 1940, vivia-se o período áureo do Estado Novo e assinalavam-se duas efemérides. Por um lado, os 800 anos sobre 1140, a data da fundação da nacionalidade. Por outro, os três séculos da restauração da independência. Salazar pôs a máquina da propaganda a trabalhar e organizou um evento a uma escala nunca antes vista em Portugal: a Exposição do Mundo Português. À inauguração, a 23 de Junho, acorreram as maiores figuras do regime: do próprio Salazar ao cardeal Cerejeira, passando por Óscar Carmona ou Duarte Pacheco, na altura ministro das Obras Públicas e presidente da Câmara de Lisboa. Até Dezembro, os pavilhões construídos em Belém - para a posterioridade sobrou o Padrão dos Descobrimentos - receberam três milhões de visitas. Por trás do clímax da propaganda nacionalista estava o nome do arquitecto-chefe da exposição: Cottinelli Telmo.

Filho de uma pianista italiana, José Angelo nunca mais conseguiu descolar-se do rótulo de arquitecto do regime, até pelo número de projectos que assinou ao serviço do Estado Novo. Em 1930, e depois de ter feito carreira na CP - chamavam--lhe o "arquitecto da Companhia" -, recebeu a primeira encomenda de Salazar: o projecto do novo liceu de Lamego. Cottinelli foi seleccionado num concurso que acabaria por consagrar novos arquitectos e abrir o gosto oficial pelo modernismo em Portugal. Mais tarde, o Ministério das Obras Públicas encomenda-lhe os projectos de um conjunto de cadeias espalhadas por todo o país. A década de 1940 é de ouro para o arquitecto: Cottinelli desenha obras tão diversas como a Urbanização do Santuário de Fátima, a Cidade Universitária de Coimbra, o edifício do Governo Militar ou a Standard Eléctrica em Lisboa.

Mas a maior parte dos trabalhos foi mesmo ao serviço da CP. O primeiro grande projecto que os caminhos-de-ferro lhe encomendaram foi um imponente sanatório para ferroviários tuberculosos na serra da Estrela - considerado, à época, um dos maiores edifícios de toda a Península Ibérica. Muitas das antigas estações e apeadeiros de norte a sul foram idealizados por Cottinelli Telmo e construídos nas décadas de 1920 e 1930, altura de recuperação económica da Companhia dos Caminhos-de-Ferro e em que a arquitectura ferroviária era dominada por um padrão assumidamente nacionalista.

No entanto, o percurso de Cottinelli Telmo não se esgotou na arquitectura. Depois de ter passado pelo Liceu Pedro Nunes, entrou para a Escola de Belas-Artes, onde foi actor e compositor nos espectáculos que os alunos promoviam anualmente. Nessa altura integrou o grupo responsável pela revista "Sphinx" - que revelava novos talentos nas artes - e destacou-se nos bailados de Almada Negreiros e nas primeiras experiências cinematográficas de Leitão de Barros. Em 1933 assina "A Canção de Lisboa", com Beatriz Costa e Vasco Santana, o primeiro filme sonoro nacional e que inaugurou o género da comédia portuguesa. Pelo meio, Cottinelli Telmo ainda trabalhou na ilustração, em banda desenhada e como jornalista. A obra pode até ter sido extensa e variada, mas Cottinelli Telmo morreu cedo, com apenas 52 anos, num acidente de barco no Guincho. Dá nome a ruas em Lisboa, Sintra, Cascais, Amadora e Entroncamento.»

26/03/2013

Câmara de Lisboa quer investir mais de um milhão no Capitólio


In Sol Online (25/3/2013)
LUSA

«A Câmara de Lisboa pretende investir 1,1 milhões de euros em equipamentos para o Capitólio, depois de a aquisição de mobiliário para o cine-teatro ter levantado críticas da oposição, já que o processo Bragaparques aguarda ainda decisão.

Em Outubro, a autarquia aprovou uma aquisição de mobiliário para o equipamento por cerca de 440.000 euros com os votos contra dos vereadores da oposição, que criticaram o investimento pela incerteza quanto ao processo para a anulação da permuta do Parque Mayer (onde se localiza o Capitólio) com a Feira Popular.

[...] O vice-presidente da Câmara, Manuel Salgado, vai propor na reunião de quarta-feira a aquisição de bens para "fornecimento, colocação e montagem de equipamentos diversos" no Capitólio à empresa Omnistal Electricidade, num montante total (com IVA) de cerca de 1,1 milhões de euros com um prazo de execução de 45 dias.

Manuel Salgado recorda que está em curso a segunda fase de reabilitação do equipamento, o que "tem em vista a manutenção do seu uso original enquanto cine-teatro, "mas com funcionalidades renovadas, dada a evolução das artes do espectáculo".

Por isso, o também vereador do Planeamento salienta, na proposta a que a agência Lusa teve hoje acesso, "a necessidade de se proceder à aquisição, fornecimento e montagem de todo o material técnico, respeitante ao projecto cénico essencial para que o edifício funcione para o fim pretendido"...»

08/03/2013

O maior Monstra de sempre começa hoje


In Sol Online (8/3/2013)

O Monstra - Festival de Animação de Lisboa inicia hoje a maior edição de sempre, com a exibição de mais de 250 filmes, centrando-se nas longas-metragens e em dois países convidados, Brasil e Espanha.

Até ao dia 17, o Monstra ocupará o cinema São Jorge, com alguma da mais recente produção de cinema de animação, e terá um olhar retrospectivo sobre o que se faz em Espanha e no Brasil, países culturalmente próximos de Portugal, mas cuja obra cinematográfica em animação é quase inédita entre o público português, de acordo com o director, Fernando Galrito.[...] O Monstra volta a focar-se no Japão, convidando a estar em Lisboa o jovem realizador Mirai Misué e também Goro Miyazaki, filho do célebre cineasta Hayao Miyazaki, apresentando o filme "From up on Poppy Hill", em estreia em Portugal...Lusa/SOL»

Lisboa já tem uma comissária para filmes


In Público (8/3/2013)
Por Joana Amaral Cardoso

«Estava previsto para o fi nal de Janeiro, mas só a 1 de Março foi firmado o nome da primeira film commissioner. A vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, Catarina Vaz Pinto, considera que Cristina Matos Silva, de 39 anos, licenciada em Comunicação, pós-graduada em Gestão Cultural nas Cidades e com dez anos no Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), “tem um perfil bastante adequado” para a captação de projectos internacionais para rodagens em Lisboa.

Cristina Matos Silva tem para já em vista a presença, articulada com outros organismos que representam o cinema português, no Festival de Cannes.

A ideia base é atrair e agilizar os projectos que divulguem a cidade e tragam investimento para a capital, embora os vereadores da oposição camarária Victor Gonçalves (PSD) e António Carlos Monteiro (CDS) se queixassem em Janeiro de falta de informação e de dimensão da estrutura recém-criada pelo executivo de António Costa.

Cristina Matos Silva faz equipa com Rita Rodrigues, a comissária executiva da Lisbon Film Commission, estrutura oficializada em Outubro de 2012 para atrair produção estrangeira e portuguesa de filmes publicitários, cinema, televisão ou fotografia para a capital e que se materializa no balcão Filmar em Lisboa, como explicou a vereadora Catarina Vaz Pinto ao PÚBLICO, que pode atribuir licenças em três dias. Desde então, passaram mais de 200 processos pela Lisbon Film Commission, que vão desde pedidos de cedência de salas para estreia de filmes ou séries, de gestão de trânsito ou de mupis para divulgação de projectos, passando pelos pedidos de isenção de taxas municipais sob a classifi cação de “mérito cultural”, que depende da vereadora da Cultura. Os pedidos de rodagem chegam através do ICA. Desses 200 processos, 183 têm origem em produções nacionais e 31 estão relacionados com projectos estrangeiros.»

...

Mais uma boa notícia e há que elogiar a CML e a Vereadora da Cultura por isso, muito claramente.

Contudo, Cinema sem salas de cinema poderá ser muita coisa mas não será Cinema. Por isso, Lisboa tem que:

- Resgatar o Odéon!;
- Ter um São Jorge cada vez mais focalizado naquilo para que foi feito: exibir filmes;
- Voltar a ter ante-estreias e festivais no antigo Roma;
- Fazer tudo quanto for possível para não deixar acabar o Londres
.

28/04/2011

Movimento de espectadores da Cinemateca


Hoje, às 21h, manifestação de apoio em frente à Cinemateca.

"Sessão temporariamente suspensa" - Protesto pela Cinemateca
Local: em frente ao número 39 da Rua Barata Salgueiro
Hora: quinta-feira, 28 de Abril de 2011 21:00

23/01/2009

NLC reabre Cinema Alvalade 25 anos após este ter encerrado

O Cinema Alvalade, em Lisboa, abriu hoje portas quase 25 anos depois de ter encerrado, num novo edifício, no mesmo local e com o painel que o caracterizava, uma alegoria à sétima arte da autoria da pintora Estrela Faria.

A reabertura de um cinema de rua é, para a empresa que explora as quatro salas, uma aposta ganha.

O Cinema City Classic Alvalade vai apostar na programação independente e alternativa dos cinemas de rua, afirmou Ana de Brito, directora de marketing da New Lineo Cinemas (NLC).

As quatro salas de cinema, que fazem parte do empreendimento de luxo Hollywood Residence, na Avenida de Roma, vão oferecer 'uma programação constituída, maioritariamente, na linha do cinema mais independente/alternativo, não descurando uma programação comercial obedecendo a critérios específicos'.

O edifício tem também um bar, aberto ao público das 07:30 às 24:00, encerrando às 03:00 às sextas-feiras e sábados.

A NLC, segundo adiantou Ana de Brito, conta ainda inaugurar um restaurante no mesmo espaço durante este ano.

De forma a rentabilizar as salas, a empresa irá organizar conferências, workshops, lançamentos de produtos, seminários e festas de empresas e particulares, entre outras iniciativas.

O cinema Classic Alvalade é o quinto da NLC, que detém também os cinemas City Beloura, (Sintra), City Leiria (Leiria), City Campo Pequeno (Lisboa) e o mais recente, City Alegro (Alfragide).

In Diário Digital

A abertura de mais cinemas de rua é uma possibilidade, sempre que 'desafios deste tipo se coloquem e a análise da sua viabilidade corresponda às exigências da empresa'.

'Acreditamos que os cinemas de rua são uma alternativa a quem procura fugir aos centros comerciais', referiu Ana de Brito.

Projectado pelo arquitecto Lima Franco, em 1945, o Cinema Alvalade foi inaugurado em 1953, tendo encerrado em 1985. O edifício foi demolido em 2003.

Numa das paredes principais do interior do cinema Alvalade estava um painel - uma alegoria à Sétima Arte - da pintora Estrela da Liberdade Alves de Faria, datado de 1953, que pode hoje voltar a ser apreciado no mesmo local.

In DN

16/04/2008

Morreu Pedro Bandeira Freire


Acaba de morrer o bom homem que era Pedro Bandeira Freire, uma perda muito grande para o Cinema, a cinefilia, o Quarteto (e todo e qualquer projecto de revitalização do Quarteto). Tenho muita pena, pois foi de uma gentileza extrema aquando das minhas iniciativas pró-Odéon. Muitos falsos amigos teve ele, coitado, sobretudo do próprio meio. Muito contribuiu para a sua morte toda esta novela idiota sobre o Quarteto, a sabotagem, o fecho pelo IGAC, os patós que subexploraram o Quarteto desde os problemas de saúde que o fizeram afastar-se do Quarteto há uns 10 anos, etc., etc.

A melhor maneira de o homenagearmos seria fazermos tudo para reabrir o Quarteto, como ele era foi até há 15 anos, altura em que ainda dava cartas. Têm a palavra a CML e o MC, já que da iniciativa privada, nada se poderá esperar que não mais do mesmo.


Foto

14/12/2007


Como curiosidade, deixo link para uma adivinha que andou noutro blogue, que tem tudo a ver com esta quinta perdida ao largo de Peniche.

Fonte: JA

02/10/2007

Paul Auster apresenta em Lisboa novo filme sobre um romancista

In Notícias da Manhã (2/10/2007)
Sílvia Borges Silva*

«O escritor norte-americano Paul Auster fez um filme sobre um romancista que vive a história que está a escrever, em “A vida interior de Martin Frost”, mas rejeita qualquer ideia de que seja autobiográfico. “A vida interior de Martin Frost”, que se estreia no dia 11, é o segundo filme do escritor Paul Auster e apresenta uma história entre o real e o sonho, de um escritor que se apaixona por uma mulher que aparece misteriosamente e se transforma na musa do livro que está a escrever. “É uma história sobre um homem que escreve uma história sobre um homem que escreve uma história”, resumiu Paul Auster em entrevista à Lusa, por ocasião da apresentação do filme em Lisboa. “Tudo o que acontece no filme é a história que ele [Martin Frost] escreve, ele próprio é uma personagem da história e não se sabe o que é ou não real”, referiu Paul Auster, que acaba de chegar a Lisboa vindo do Festival de Cinema de San Sebastián ... »

Haja Paul Auster para nos tirar desta realidade.

06/06/2007

Vergonha no Cinema São Jorge: w.c. foram adulterados!


Acuso a CML, na pessoa do ex-Vereador da Cultura, Amaral Lopes, enquanto gestor máximo da EGEAC, de ter deixado adulterar as casas de banho do Cinema São Jorge, permitindo que os sanitários e a iluminação de origem fossem substituídos recentemente por elementos pseudo-contemporâneos, de gosto pato-bravesco, adulterando assim um valiosíssimo elemento dos interiores do São Jorge, que é, recordo-lhe IMÓVEL EM VIAS DE CLASSIFICAÇÃO e prémio Valmor de 1950!

Uma vergonha!


Nota: Seguiu queixa para o IPPAR.

09/05/2007

Cartazes históricos do cinema mostram os filmes vistos pelos nossos pais e avós

In Diário de Notícias (9/5/2007)
LEONOR FIGUEIREDO

«Colecção de cartazes antigos é preciosidade a nível internacional
Estávamos nos primórdios do cinema. Os filmes eram mudos e o tempo de duração da película sabia-se pela quantidade de metros anunciada nos enormes cartazes. Alguns destes "anúncios publicitários" circulavam por Lisboa em carroças, ou decoravam a frontaria dos cinemas de então. No interior, as sessões não eram pacíficas nem votadas ao silêncio. Além do pianista, que tocava a música de fundo, a plateia manifestava-se sobre o enredo: gritava, insultava...

Dezenas destes cartazes, que contam a história dos primeiros filmes estrangeiros exibidos em Portugal (entre 1904 e 1915), podem ser vistos na exposição Cinema em Cartaz que é amanhã inaugurada, pelas 19.30, na Cordoaria Nacional e se mantém até 24 de Junho, podendo ser visitada entre as 10.00 e as 19.00 de terça a sexta e aos sábados e domingos, das 14.00 às 19.00, com entrada gratuita.
(...)»

Esta é uma exposição imperdível para quem gosta de cinema e do passado. A ver!