Mostrar mensagens com a etiqueta clubes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta clubes. Mostrar todas as mensagens

01/03/2008

Nem todos têm a sorte do Grémio Lisbonense

Colectividade do Beato esperou trinta anos por decisão da Câmara Lisboa
01 Mar (Lusa)

Trinta anos de espera e muita burocracia foram precisos para que a Câmara de Lisboa reconhecesse o direito de superfície de um terreno ocupado por uma colectividade do Beato durante o Período Revolucionário Em Curso (PREC).
A decisão foi tomada na última reunião de Câmara, que aprovou por unanimidade uma proposta da CDU. O dossier marinava nos serviços da câmara desde 1975, quando foi concedido o direito de superfície em termos provisórios do terreno no bairro da Quinta do Ourives.

28/11/2007

Clubes históricos de Lisboa sem fé no próprio futuro

In Notícias da Manhã (28/11/2007)
Fernando Carvalho

«No Auditório do Montepio Geral, onde decorreu a conferência, estiveram presentes como prelectores Domingos Estanislau, presidente do Clube Futebol Benfica (popular Fofó), Carlos Perdiz, presidente do Clube Operário Futebol de Lisboa, e, em representação do Clube Oriental de Lisboa (COL), o associado Raul Moita.
Domingos Estanislau focou o percurso histórico do carismático clube de Benfica e dos primórdios do desporto como fonte agregadora das gentes. “Conversar sobre desporto e a vida dos nossos clubes é um acto sublime de cultura”, afirmou, sustentando que a cultura “é um conjunto complexo de vivências e conhecimentos da lei, da ética, da moral, dos costumes e dos hábitos continuados e adquiridos”, pois é isso que os “nossos clubes fazem”. Estanislau citou ainda o professor Olímpio Bento no último «Congresso de Desporto»: “Não dar ao desporto a devida importância é viver fora do nosso tempo”, acrescentando que “não estar atento ao movimento associativo é colocar de fora cerca de duzentos mil voluntários desportivos recreativos e sociais”.
O presidente do Fofó alertou para as “benesses” concedidas aos clubes chamados «grandes», não compreendendo como num estado de vivência democrática os clubes ditos «pequenos» são simplesmente “ostracizados”, quando contam no seu seio campeões nacionais, europeus e mundiais. Finalizou contando alguns episódios que foram e ainda são marcos históricos da vida do popular Fofó, palavra “depreciativa” num primeiro momento da vida do clube, mas que se tornou “carinhosa” na actualidade.(...)»