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09/02/2015

Cottinelli Telmo: um arquitecto de sonhos desinquietos


In O CORVO (9.2.2015)
Texto: Rui Lagartinho

«Uma exposição no Padrão dos Descobrimentos, em Belém, permite descobrir a obra do arquitecto que o imaginou. Um pretexto para os lisboetas regressarem a um monumento que visitam pouco. Está patente até 6 de Abril.

Cottinelli Telmo (1897-1948) é uma figura incontornável da cultura portuguesa da primeira metade do século XX. Um nome que nos é familiar. Sabemos alguma coisa da sua obra, de arquitecto, de cineasta, mas, quando abrimos o diafragma da lente e vimos o plano geral da sua obra, as surpresas são imensas.

É o que permite a exposição patente no Padrão dos Descobrimentos, “Os arquitectos são poetas também”. Uma frase que Cottinelli adoptou como lema, ele que acreditava na arquitectura como o estuário onde desaguariam todas as disciplinas artísticas: da pintura, à música, da literatura ao cinema, da fotografia à dança. Ele próprio passou a vida a dar exemplos dessa prática artística comprometida e interligada. [...]»

29/08/2014

Ainda sobre os brasões assinalados...


«O Jardim foi construído para a Exposição do Mundo Português em 1940, com projecto de Cottineli Telmo, tendo ficado os trabalhos de jardinagem a cargo de Gomes Amorim. O jardim tem sofrido várias alterações e benefícios ao longo dos anos, como é o caso dos 30 brasões das “cidades e províncias de Portugal Continental, Insular e Ultramarino”, da Cruz de Cristo e da Cruz de Avis, realizados em mosaico-cultura nos canteiros envolventes à fonte luminosa. Surgiram depois da exposição de 1940, sem projecto, dependendo apenas da imaginação e habilidade de alguns dos jardineiros da época. As diferentes cores são obtidas pelo talhe conjunto de várias plantas, actualmente buxo, iresine e santolina.»