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09/04/2013

Trânsito proibido... mais ou menos


Chegado por e-mail:

«Rua de São Nicolau, baixa. Trânsito proibido... mais ou menos!
Alex»

30/11/2011

Morador de São Sebastião da Pedreira






Chegado por e-mail:


«Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa

ASSUNTO: S. SEBASTIÃO DA PEDREIRA


No seguimento de vários contactos que tenho dirigido à CML no sentido de resolver diversos problemas que afectam a zona onde vivo e melhorar a qualidade de vida, venho de novo pedir a sua melhor atenção para esta zona.

Envio em anexo imagens que ajudam a perceber o sentido das observações que apresento.

O parque de estacionamento em forma de meio círculo, gratuito para não moradores da zona, exclusivo dos funcionários do Ministério do Exército, situado nas traseiras do Quartel General na Rua Marquês de Fronteira continua em funcionamento apesar das recentes alterações à utilização do Quartel. Este parque privado devia ser suprimido.

Com efeito um parque de estacionamento na via pública para um ou dois carros oficiais do Ministério do Exército seria aceitável apesar dos lugares de estacionamento que existem no interior do Quartel.

A colocação de pilaretes ou blocos de cimento ou vasos de plantas nas quatro esquinas do cruzamento das ruas Marquês de Fronteira e Dr.Nicolau de Bettencourt seria aplaudida.

Aqui o estacionamento de automóveis em cima dos passeios não é uma excepção. É a regra que todos os dias nos impede de andar nos passeios e aceder às passadeiras.

Sugiro que zonas de acesso aos stands de automóveis ou para cargas e descargas só sejam válidas dentro de um horário restrito e muito limitado.

Estas zonas, que estão fora da alçada da E.M.E.L., são invariavelmente transformadas em estacionamentos privados, garantidos e gratuitos para os automóveis de gerentes e outros funcionários (não residentes) de supermercados, stands, etc..

Sugiro que essas zonas sejam revistas e que só venham a ser de novo atribuídas se tiverem horários limitados e afixados. Solicito que fora desses horários sejam lugares, como os outros, tarifados pela E.M.E.L..

Morador de São Sebastião da Pedreira»

04/10/2011

Circulação automóvel na Rua da Alfãndega

Chegado por e-mail:

«Boas, gostaria que se fosse possivel me esclarecessem se o trânsito de transportes ligeiros não pode ser efectuado na rua Áurea no entroncamento com a Rua da Alfandega, ou seja no fim da rua ao pé da praça do comércio. Isto porque quando uma pessoa se dirige para sul (vindo do rossio) existe uma placa de trânsito proibido com excepção a transportes públicos e a residentes na área. Isto é uma situação um pouco chata porque não há grande possibilidade de manobra e esse entroncamento virando a direita vai dar mais a frente à Av. 24 de Julho (cais do sodré). Gostaria então se possível que me esclarecessem a situação da Rua da Alfandega se pode ou não circular automóveis ligeiros e se não quais as alternativas de quem vem do rossio. Obrigado
Tânia Silvestre»

09/09/2011

pode um particular colocar sinais de trânsito na via pública?


Att. CML

pode um particular colocar sinais de trânsito na via pública (Av. Alm. Reis? X Pç Chile), qual publicidade disfarçada e gratuita?
este sinal de trânsito (P com seta) existe no código da estrada?
este sinal está mal colcocado e tapa parcialmente o seguinte
este sinal provoca poluição visual
pelo mesmo particular foi colocada outra sinalização
quererá a CML intervir ou deixa ficar tudo como está?

o gradeamento está em mau estado
cumprimentos
NC

03/01/2011

Proibição estúpida #1:


A proibição de virar à esquerda no cruzamento da Av. Forças Armadas / Av. Cinco de Outubro, além de não ter lógica absolutamente nenhuma, implica que todos quantos queiram entrar na Av. 5 Out. tenham que o fazer ao cimo da Av. Forças Armadas, nos semáforos do cruzamento do Hospital de Santa Maria para depois engarrafar os semáforos cá em baixo, junto ao viaduto do comboio/Entrecampos/Av. 5 Out. ... o engraçado é ver-se as inversões de marcha perigosas que se vão fazendo naquele outro mesmo semáforo da Av. Forças Armadas/Hospital ...

---//---


Argumentam alguns comentadores que, primeiro, é provisório, segundo, é por causa da grua. Se é provisório, então deviam ter posto sinal de proibido virar, sim, mas com placa indicando o carácter provisório e não mudarem os semáforos, até, como fizeram. Se é por causa da grua, então deviam ter aproveitado o redondel no meio da placa central da avenida, defronte ao hotel, e permitir, embora com apenas 1 faixa para cada sentido e apenas por 50 metros, se tanto, a circulação nos dois sentidos até ao cruzamento com a Rua da Cruz Vermelha, a partir da qual tudo voltaria a normalidade.


Texto editado

14/11/2010

POSTAL DA BAIXA: Rua do Comércio

Para além do absurdo que é manter esta coluna com sinalética obsoleta, devemos ainda tomar nota do facto do dispositivo estar a tapar uma placa toponímica pombalina original - um elemento patrimonial bastante raro e portanto precioso na Baixa. Esperemos que em breve o bom senso leve a CML a desmontar/refazer esta estrutura.

15/04/2010

Arqueologia da Sinalização de Trânsito


No passeio da Calçada da Estrela, entre a Assembleia da República e o recentemente reabilitado Jardim das Francesinhas.

23/01/2010

Placa toponímica no Largo do Carmo

Mais um exemplo de placa toponímica parcialmente obstruída por sinalética rodoviária. Faz hoje exactamente um ano que a CML foi alertada para este problema no Largo do Carmo. Lamentavelmente verificamos que, e passado um ano, não se corrigiu a anomalia. Isto envergonha a cidade.

22/12/2009

LISBOA É...


...uma placa toponímica obstruída por sinalética rodoviária. Mais um lamentável exemplo do problema de falta de cuidado na instalação de sinalética para o trânsito rodoviário. Revela falta de consideração pelo património da toponímia da cidade, principalmente em bairros históricos. Este caso não é único pois já por diversas vezes aqui foram denunciados exemplos idênticos. A CML já foi alertada também para o mau estado de conservação da placa toponímica como podemos verificar pelas imagens.

27/10/2009

Rua de Santiago: excepto bom senso?

A CML, e as empresas municipais (neste caso a EMEL), são muitas vezes as primeiras a dar o mau exemplo no desrespeito pelas placas toponímicas. Neste caso, à entrada da Rua de Santiago, apenas em determinados ângulos pode o peão ver a placa toponímica. Como na maior parte dos casos, toda esta pletora de sinalética é para os veículos automóveis. Numa zona histórica que devia tender cada vez mais para o conforto do peão, o espaço público continua a ser sobrecarregado com sinalização de trânsito e afins. É necessário que os diferentes departamentos da CML (e empresas municipais) tenham mais consideração pela visibilidade das placas toponímicas e pela mobilidade pedonal. Os passeios nos bairros históricos, que já são demasiado estreitos, ficam muitas vezes impraticáveis com a colocação de sinalização vertical e até de pilaretes. Talvez o lado mais irónico e absurdo da imagem é que esta ruidosa sinalização não serve quase para nada: o parque da Emel das Portas do Sol está a 50% e basta passear pela "Zona de Acesso Condicionado do Castelo" para perceber que quase ninguém respeita as horas das cargas e descargas e que os passeios são os locais preferidos para estacionamento!
RESPOSTA DA SECÇÃO DE TOPONÍMIA, de 28 de Outubro:
«Agradecemos o e-mail enviado e comunicamos a V. Ex.ª que esta secção vai providenciar para que o fiscal se desloque a este arruamento para verificar como é que está a visibilidade das placas toponímicas e o que se poderá rectificar, este arruamento tem quatro placas colocadas.

Com os melhores cumprimentos
A Secção de Toponímia.»

16/09/2009

SINAIS DA MADRAGOA

Se estes equipamentos obsoletos estivessem nas faixas de rodagem já teriam sido removidos para não prejudicar os automóveis. Mas como no passeio circula esse cidadão de segunda classe chamado «peão», teremos de ter paciência. A CML já foi alertada, aguardamos intervenção.

30/06/2009

LISBOA É...

...uma cidade com estacionamento nas passadeiras e respectivos sinais verticais derrubados. Rua de São Mamede, Freguesia de Santiago. Está assim desde 2008.

29/03/2009

LISBOA É...


...uma cidade sem direcção?

Estas 4 placas devem simbolizar as seguintes falta de sentidos: Uma rua sem árvores de alinhamento (salvo a grande araucária, mas provavelmente ameaçada de abate para dar lugar a mais uma «construção nova»?); uma rua com passeios desproporcionalmente pequenos face à largura das faixas de rodagem; uma rua repleta de património arquitectónico degradado. Uma rua que se sente mais como 'via rodoviária' do que 'via urbana'. É, sem dúvida alguma, uma típica rua da Lisboa do início do séc. XXI.

Foto: Cruzamento da Rua Diogo do Couto com a Rua do Mirante, Freguesia de Santa Engrácia.

20/02/2009

LISBOA É...

...um sinal vertical cravado no meio do passeio a dificultar a mobilidade aos seus munícipes. Este problema, muito comum em Lisboa como sabemos, é uma consequência das sapatas de betão dos sinais verticais não serem adequadas aos passeios estreitos dos bairros de génese mais antiga. Transferiram-se directamente os modelos pensados para as novas zona urbanas para a cidade histórica. E o resultado é o que se vê no exemplo desta fotografia, na Rua Herois de Quionga, 67 (Penha de França).

Esta munícipe vinha a descer a rua, pelo passeio, mas teve de, com muita dificuldade, contornar o sinal que se encontra cravado a meio do passeio (com a agravante de estar inclinado). Todo o bairro da Penha de França apresenta uma população muito envelhecida que sofre diariamente de problemas de mobilidade num espaço público excessivamente pensado na perspectiva da mobilidade rodoviária.

Será que a CML já está a estudar uma nova solução para instalar sinais verticais nos passeios sem recurso à convencional sapata de betão? Quantos mais anos e munícipes terão de passar por este martírio para que as coisas mudem? É urgente pensar num modo de intalar sinalização vertical menos intrusiva para os peões e para a cidade. Já existem soluções, noutras cidades da UE, que podem ser copiadas para a nossa realidade.

13/02/2009

LISBOA É...

...uma cidade com uma obsessão por sinais verticais de trânsito?

- há demasiados, a sua presença é frequentemente excessiva no ambiente urbano;
- muitas vezes estão mal instalados pois não têm consideração nem pela mobilidade pedonal nem pelo património arquitectónico;
- são grandes de mais quando comparados com os de outras capitais da UE;
- etc., etc. (aceitam-se mais evidências)

E muitas vezes são completamente inúteis, particularmente os sinais de estacionamento proibido! Talvez que esta obsessão esconda, afinal, uma crónica incapacidade de ordenamento e comportamento cívico dos portugueses.

Foto: interessante «par» de sinais de trânsito junto à FIL na Junqueira. Qual será a mensagem deste «par»? «Não tenha medo, siga e estacione em cima dos passeios»? A avaliar pelo número de viaturas estacionadas nos passeios, parece ser essa a interpretação mais popular da parte dos automobilistas que procuram o local. Tudo isto se passa, literalmente, em cima de um parque de estacionamento subterrâneo... Lisboa não parece ter emenda.

23/01/2009

LISBOA É...


...uma placa toponímica no Largo do Carmo parcialmente obstruída pela sinalização rodoviária.

Trata-se de mais uma lamentável prova de como em Lisboa ainda se priveligia a mobilidade rodoviária em detrimento da pedonal. As "sacro-santas" necessidades dos automobilistas estão acima de quase tudo e todos (basta ver a furiosa reacção do ACP à proposta de devolver parte da Baixa / Praça do Comércio aos peões).

A falta de visibilidade desta placa toponímica, devido a sinalização de trânsito, não é caso único na nossa cidade. Na hora de escolher o que é mais importante, Lisboa raramente hesita: os carrinhos de transporte individual.

14/01/2009

LISBOA É...

...uma sinalização pública reduzida à patética função de poste de publicidade privada - no gaveto da Travessa do Almada com a Rua de Santo António da Sé

Que muitos automobilistas não respeitem os sinais de proibição de estacionamento não constitui novidade nenhuma. Mas ver sinalização vertical a ser ilegalmente apropriada para publicitar venda de imóveis isso sim, já é um fenómeno relativamente novo. Como é possível que isto aconteça em pleno centro histórico? Uma triste ironia é o facto desta esquina corresponder a um prédio construído pelo próprio Marquês de Pombal (as armas da família podem ser vistas no cunhal mais acima).

Não existe um regulamento que estabelece regras para a publicitação da venda de imóveis no concelho de Lisboa?

Como se pode observar na fotografia, estamos perante um abuso inaceitável - da parte de uma das maiores empresas do ramo. Se a CML não intervir junto das empresas responsáveis iremos ver estas más práticas proliferarem no espaço público da nossa cidade.

01/12/2008

Viseu: semáforos "cronometrados" do Rossio fazem sucesso entre peões e automobilistas

Viseu é a primeira cidade do país a ter semáforos que avisam peões e condutores dos segundos que faltam até surgir o verde ou o vermelho, uma medida "importada" pela autarquia que está a ser aplaudida pelos utilizadores.

A funcionar há um mês, os painéis de contagem regressiva dos cinco semáforos do Rossio estão a revelar ter sido uma boa aposta e, por isso, a autarquia pretende instalá-los em "pelo menos outros tantos" semáforos até ao final do ano, segundo o seu vice-presidente, Américo Nunes.

"Avançámos com a experiência nesta zona central da cidade e o acolhimento é muito positivo. Estamos neste momento já para ampliar a outras áreas sensíveis", adiantou.

Esta ideia já foi implementada nalguns países, sobretudo do Norte da Europa, tendo chegado a Viseu graças às muitas vantagens que apresenta, nomeadamente o "aumento da segurança de peões e automobilistas" e a "melhor fluidez de trânsito".

"Verificamos que, no atravessamento, as pessoas têm outra postura. O peão quando verifica que falta um ou dois segundos para que o verde se extinga e passe a vermelho já não atravessa", contou.

Por seu turno, "o automobilista engrena a primeira velocidade quando faltam dois segundos para aparecer o verde", podendo até esse momento descansar os pés.

"Não há necessidade de fazer arranques bruscos, de ter o pé na embraiagem e o carro numa rotação superior, consumindo mais combustível e produzindo mais CO2 e outros gases nocivos", acrescentou o autarca, frisando que esta demonstrou ser uma solução em que todos ganham.

Outra das vantagens dos painéis de contagem regressiva é o seu "custo muito acessível", de "apenas algumas dezenas de euros por unidade", o que, segundo Américo Nunes, leva a uma "óptima relação custo/benefício".

Os segundos de espera podem ser mais ou menos, dependendo do trânsito e do número de passagens de peões na passadeira.

"Por exemplo, no Rossio sabemos que há um fluxo muito grande de pessoas e, portanto, a temporização para os peões é superior a outra zona onde passam em menor número. Privilegiamos o peão ou o automobilista em função das contagens de passagem", explicou.

Quem tem de passar frequentemente pelo Rossio, zona central da cidade de Viseu, onde está o edifício da Câmara Municipal, mostra-se satisfeito com estes semáforos "cronometrados".

"Acho que foi uma boa iniciativa, principalmente para os peões. Temos um tempo de espera e sabemos quantos segundos faltam para podermos atravessar a estrada", afirmou Teodoro Cassoma.
(...)
In Publico

Para quando um sistema igual ou parecido em Lisboa?

02/10/2008

RIP: sinal vertical de passadeira na Rua Jacinta Marto (2006-2008)

Sinal vertical de passadeira na Rua Jacinta Marto, junto do Hospital Pediátrico de Dona Estefânia.

Teve morte imediata. Nem a vidente de Fátima lhe valeu. Carro responsável fugiu e ainda está em parte incerta. Um grupo de moradores está a organizar as cerimónias fúnebres. Velório decorre esta noite na sede da Junta de Freguesia de Arroios. Funeral está marcado para amanhã, 9:00 em frente aos Paços do Concelho.