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17/12/2013

Paisagens de Lisboa enchem de cor o túnel pedonal de Alcântara


In Público (17.12.2013)
Por Marisa Soares

«Passagem subterrânea de acesso à estação da CP de Alcântara, em Lisboa, já está de cara lavada. Mas ainda há retoques por fazer. A Associação Portuguesa de Arte Urbana aceita voluntários para acabar de pintar o que falta.

Uns passam a correr e olham de relance, outros abrandam o passo e apreciam devagar. Há quem pare para tirar fotografias a “espreitar” pelo binóculo do miradouro de S. Pedro de Alcântara, pintado na parede. Tem sido assim desde Agosto, quando a Associação Portuguesa de Arte Urbana (Apaurb) começou a pintar o túnel pedonal de Alcântara, em Lisboa. A intervenção está quase pronta, com a ajuda de mais de 400 voluntários. Mas ainda há trabalho a fazer.

A passagem subterrânea sob a Avenida da Índia e a via férrea, que dá acesso à estação ferroviária de Alcântara-Mar e à zona das docas, está de cara lavada. E maquilhada. Nas paredes, os rabiscos imperceptíveis e a sujidade deram lugar a painéis de arte urbana, com desenhos das paisagens, monumentos e edifícios mais emblemáticos da cidade. Está lá tudo: desde a Ponte 25 de Abril ao Aqueduto das Águas Livres, passando pela Torre de Belém, pelo Museu do Oriente, pelo Castelo de São Jorge, pelos cacilheiros a navegar no Tejo e pelos eléctricos “amarelinhos”, entre outras imagens de marca da cidade. E até evocações dos murais revolucionários do pós-25 de Abril. [...]»

10/04/2013

Cenário dantesco em Alcântara-Mar






Chegado por e-mail:

«Caros condidadãos do Fórum Cidadania Lx

Quando atravessei as galerias da estação de Alcântara-Mar, nem quis acreditar ao estado a que chegou a estação, que é o principal ponto de transferência, entre a linha de cintura e a linha de Cascais, sendo atravessada diariamente por centenas de pessoas.

Isto revela, que os administradores da CP e/ou da Refer, por certo, não andam nos comboios suburbanos da cidade, andando sim, em opíparas viaturas automóveis pagas pela administração destas empresas públicas.

Bem, relato o que vi:

- grafitos em todo o lado, não havendo a mais pequena área sem que tenha sido vandalizada
- escadas rolantes todas desativadas (não sei como fazem as pessoas com mobilidade reduzida)
- bilheteiras eletrónicas avariadas
- bilheteiras "físicas" desativadas e vandalizadas
- esteiras de cabos elétricos completamente enferrujadas
- cabos elétricos embebidos em água
- paredes (além de vandalizadas) com o reboco e tinta a cair de podre
- enormes poças de água na base das escadas rolantes
- estabelecimentos comerciais vandalizados (o café tem um anúncio a referir aos clientes que fechou por questões óbvias de segurança e higiene)
- casas de banho (obviamente) fechadas
- espaço para contadores de água, a fazer de caixotes do lixo
- poças de água no chão monumentais, devido a graves infiltrações e humidade
- lâmpadas partidas a desativadas
- bilheteiras do primeiro piso fechadas para "almoço"

As pessoas, com quem falei, dizem-me que a situação perdura há alguns anos, e que têm havido acidentes graves, com pessoas de terceira idade.

Bem sei que a culpa não pode ser unicamente imputada à CP ou Refer, pois isto é obra da mais nojenta estirpe de vândalos urbanos, mas poderia também haver mais zelo por parte da CP/Refer na segurança destes locais, até porque, veja-se bem, encontrei sistemas de vídeo vigilância.

De referir ainda, que poderá haver também responsabilidades por parte da autarquia de Lisboa, pois esta galeria serve também de acesso pedonal, para quem quer atravessar a linha de Cascais, da zona de Alcântara para a doca de Santos.

Sendo eu assíduo defensor dos transportes públicos, deixo a pergunta: com uma estação destas só os heróis e os pobres, é que se atrevem a ter vontade de andar de transportes públicos!

Atentamente

João Pimentel Ferreira»