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11/04/2022

PETIÇÃO CONTRA A POLUIÇÃO VISUAL DOS CARTAZES, PELA REVISÃO DA LEI RESPECTIVA - assine e divulgue, S.F.F.

Caro(A) Amigo(a)


Lançamos esta petição na esperança de, finalmente, a AR, no início de uma nova legislatura, poder legislar de modo a que se termine com o caos no espaço público que resulta da proliferação anárquica da afixação de cartazes, que polui visualmente o nosso país e que é inaceitável em 2022, se pensarmos que há duas décadas que a publicidade e a propaganda político-partidária dispõem de meios digitais para transmitirem as suas mensagens e atingirem os seus fins, em substituição dos meios tradicionais.

Por favor, assine e divulgue.

Muito obrigado.

...

PETIÇÃO CONTRA A POLUIÇÃO VISUAL DOS CARTAZES, PELA REVISÃO DA LEI RESPECTIVA

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT111978

Aos Senhores Deputados da XV Legislatura:

Considerando a poluição visual que assola permanentemente as nossas cidades e zonas limítrofes, e que decorre da continuada afixação no espaço público de cartazes de publicidade e de propaganda político-partidária, mesmo em anos sem eleições,

Não poucas vezes em claro desrespeito pelos regulamentos municipais sobre publicidade, pela própria Lei, no que esta estipula como prazo legal para a afixação e remoção de cartazes, e obstruindo monumentos, praças e parques públicos, templos e edifícios religiosos, sedes dos próprios órgãos do Estado e das autarquias,

Considerando a visível impotência da Comissão Nacional de Eleições e das autoridades locais em mandarem remover esses cartazes e as respectivas estruturas fixas, sem uma necessária revisão da Lei pela Assembleia da República, dada a sua exclusiva competência no que toca a esta matéria, para posterior transposição para a regulamentação camarária,

E considerando que, em matéria de propaganda eleitoral, esse direito poderá continuar a estar garantido sem se comprometer o espaço público, como já se procede em muitos países europeus com a colocação de estruturas amovíveis e leves (foto 2, Berna);

Os abaixo assinados apelam aos Senhores Deputados da XV legislatura para aprovarem e regulamentarem, em sede de plenário, tão breve quanto possível, a necessária revisão da Lei no que concerne à afixação de cartazes, de modo a impedir-se a poluição visual e a dignificar-se os nossos monumentos, praças, parques e jardins públicos do caos de cartazes que se verifica permanentemente pelo país.

Os abaixo assinados

Foto 1 - Marquês de Pombal, 2021 (autor: Mário Rui André/Lisboa Para Pessoas) Foto 2 - Cidade de Berna, 2022 (autor: Fernando Jorge)

25/11/2020

Publicidade e propaganda junto à AR - protesto e pedido de remoção

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República
Dr. Eduardo Ferro Rodrigues
Exmo. Senhor Presidente da CML
Dr. Fernando Medina
Exmo. Senhor Director-Geral do Património Cultural
Eng. Bernardo Alabaça


CC. Media

Como é do conhecimento de Vossas Excelências, existem dois mega-suportes de publicidade/propaganda partidária colocados nem a 50 metros de distância da Assembleia da República, órgão de soberania de Portugal, e, enquanto Palácio de São Bento, Monumento Nacional desde 2002 (Decreto nº5/2002, DR, I Série B nº 42, de 19-02-2002).

Estes suportes encontram-se no local há já alguns anos e há partidos políticos e associações várias que não se coíbem de persistir em alugá-los, oportunisticamente, porque o local é “apetecível”, parecendo ignorar o que nos parece óbvio:

Além de ser ilegal a presença de quaisquer suportes publicitários ou de propaganda junto a um Órgão de Soberania, e também porque a sua localização neste caso viola grosseiramente a zona de protecção de um Monumento Nacional, o Palácio de São Bento (artigos 37º e 43º da Lei 309/2009); estamos perante uma situação completamente impensável junto a Westminster, ao Bundestag, a Montecitorio ou às demais sedes de parlamentos nacionais com que Portugal partilha o estatuto de Estado-Membro da União Europeia.

Perguntamos a V. Excelências: como é possível esta situação?

Na expectativa, apresentamos os nossos melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno Caiado, Pedro Machado, António Araújo, Mariana Carvalho, Pedro Jordão, Pedro de Souza, Rui Pedro Martins, Júlio Amorim, José Morais Arnaud, Rui Pedro Barbosa, Eurico de Barros, Ana Celeste Glória, Pedro Fonseca, Paulo Trancoso, Miguel Atanásio Carvalho, Virgílio Marques, João Oliveira Leonardo, Jean Teixeira, Helena Espvall, Maria do Rosário Reiche, Fátima Castanheira, Bruno Palma, Irene Santos

19/12/2018

Largo da Ajuda - Pedido de intervenção urgente no espaço público


Exmo. Senhor Presidente
Dr. Fernando Medina
Exma. Senhora Ministra
Dra. Graça Fonseca


C.c. AML, JF Ajuda, DGPC, Vereador do Urbanismo e Espaço Público

Considerando que o Largo da Ajuda é a entrada nobre para o Palácio Nacional da Ajuda, Monumento Nacional e local de recepções de Estado;

Considerando o estado caótico em que se encontra este Largo, por força, designadamente, do estacionamento automóvel que é cada vez em maior número e que desrespeita, inclusive, as normas de conservação preventiva dos monumentos, pois chega a haver estacionamento junto às fachadas (ver imagens de há dias); e por força do lamentável estado de conservação dos espaços “ajardinados” que nele existem (são meros relvados sem nexo e depauperados);

Considerando a existência de um amplo parque de estacionamento para automóveis em volta da eternamente esquecida Torre do Galo, e que já se encontra em construção um passadiço de acesso pedonal ao mesmo, desde o próprio Palácio, permitindo assim o fácil acesso a quem nele estaciona para ir àquele;

E considerando a recente, e bem-vinda, colocação no site da CML de um conjunto de largos da cidade para recolha de contributos do público para efeitos de prossecução do programa “Uma Praça em Cada Bairro”;

Serve o presente para apelar a V. Exa. para dar indicações aos Serviços respectivos no sentido de estes desenvolverem um estudo prévio para o amplo largo rectangular fronteiro ao palácio da Ajuda em termos da sua requalificação de modo a:

· Dignificar toda aquela entrada e a própria estátua a D. Carlos I.
· Interditar o estacionamento automóvel que ali se verifica.
· Interditar a circulação de automóveis entre as arcadas das alas nascente e poente do Palácio, mesmo para dirigentes.
· Ampliar as duas zonas ajardinadas e libertar o restante espaço para circulação pedonal e/ou viaturas cerimoniais, mantendo-se o piso em paralelepípedos de basalto.
· Requalificar condignamente as duas zonas ajardinadas, devolvendo-lhe beleza e brio, por via de um projecto de paisagismo adequado ao sítio histórico em apreço.
· Garantir o bom cumprimento das mais elementares regras de conservação preventiva dos monumentos.

Mais solicitamos que esta intervenção se alargue à Alameda dos Pinheiros, ou seja, que ali se interdite o estacionamento de automóveis e se alarguem os passeios, colocando-se mais bancos (de pedra "Ressano Garcia"), e se dignifique toda aquela fantástica zona arborizada.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Inês Beleza Barreiros, Pedro Cassiano Neves, Júlio Amorim, Henrique Chaves, Ana Alves de Sousa, Helena Espvall, Virgílio Marques, João Oliveira Leonardo, António Araújo, Maria do Rosário Reiche, Rui Pedro Martins, Miguel de Sepúlveda Velloso, Jozhe Fonseca, Luís Mascarenhas Gaivão, Fátima Castanheira

10/12/2018

Entretanto, continua a pouca vergonha na Av. Praia da Vitória...


É isto que se passa no "Eixo Central" … não há pilaretes em stock? (para não falar em civismo nos lisboetas - provavelmente um destes senhores até reclamou à CML sobre o estado dos jardins em Lisboa)

Via HO

31/10/2018

Isto tem mesmo que acabar. Como é possível??


(foto do acesso ao Miradouro de Nossa Senhora do Monte, por Vic Vaporub)

29/05/2018

Denuncia, obra CML, junto à Sé de Lisboa

Chegado por e-mail:

«Caros Srs. do Fórum da Cidadania Lx,

Gostaria de expor aqui uma situação que eu acho que não beneficia ninguém e que traz bastante prejuízo a turistas, comerciantes e moradores de Alfama.

Em Junho de 2016 foi iniciada uma obra para instalação de um elevador, que ligaria a rua Cruzes da Sé, ao Campo das Cebolas.
A obra teria um prazo previsto de 1 ano e meio, conforme foi amplamente divulgado e informados comerciantes e moradores.

A obra teve o seu inicio em Julho desse mesmo ano. Durante os 5 meses consequentes, efetivamente houve trabalhos e estiveram a efetuar as necessárias escavações. Depois desses 5 meses a obra parou e nunca mais houve qualquer movimento no estaleiro.

Portanto temos que uma obra parada à um ano e meio, sendo este o aspeto da entrada da rua Cruzes da Sé, que confina com um dos monumentos mais visitados em lisboa, a Sé de Lisboa. Contactada a EMEL (suposta empresa que gere a empreitada), informam-nos que não têm previsão para o reinicio da obra e consequentemente para a finalização desta (em anexo resposta aos emails enviados a questionar quando recomeçaria a obra).

Contatei já a Junta de freguesia para conseguir reunir com o Presidente da Junta de Santa Maria Maior e estou a aguardar que me informem de uma data.

Em anexo fotografias da entrada da rua, a qual pelo andar da carruagem deverá ficar assim mais uns 5 anos. Para além do mau aspeto que provoca visualmente existem uma série de outros inconvenientes, tais como:

1. O aparecimento de ratos nesta zona, entram e saem de dentro do estaleiro da obra constantemente.
2. Mendigos que fazem as suas necessidades nesta zona, por conseguirem esconder-se atrás do estaleiro.
3. Com a degradação dos materiais do estaleiro, durante este Inverno, voaram chapas metálicas que se soltaram.

Vergonha este executivo da Câmara de Lisboa.

Com os melhores cumprimentos,

Ana Beirão»

09/01/2018

Caixas de distribuição da EDP, EPAL, PT, etc. - Pedido de enterramento


Exmo. Senhor Presidente
Dr. Fernando Medina


CC. EDP, EPAL, PT, AML, VMS

Constata-se que os anos se vão sucedendo mas não a má-prática continuada da EDP, EPAL, PT, etc. (e a passividade da CML) na colocação das respectivas caixas de distribuição na via pública, nos locais mais incríveis, descaracterizando, desvirtuando, conspurcando e enxovalhando o espaço público da cidade de Lisboa e, não poucas vezes, pondo em perigo os transeuntes e a propriedade alheia, como é patente nos vários acidentes havidos com o escancarar as portinholas das caixas e explosões das mesmas. Acresce que são locais privilegiados para a colocação de publicidade indevida, graffiti, acumulação de lixo, etc. (http://cidadanialx.blogspot.pt/2018/01/a-cidade-das-caixinhas-de-distribuicao.html). E muitas destas caixas há muito que não têm utilização alguma.

São milhares as caixas de distribuição nestas situações.
Em toda a cidade.
São situações que existem impunemente desde há décadas.
E é uma situação que envergonha a cidade, porque há muito que tal não existe na Europa com quem queremos ombrear.

Por isso, propomos à CML que:

1) Accione todos os mecanismos legais ao seu alcance no sentido de que as empresas concessionárias (EDP, EPAL, empresas de Comunicações e outras) enterrem estes equipamentos dentro de um prazo considerado razoável;
2) E que até tal situação seja totalmente corrigida, sejam estas empresas e não os serviços da autarquia (ou empresas contratadas, com custos para o erário público) a realizarem, regulamente, limpezas e remoção de tags, graffiti e publicidade ilegal por forma a darem, também, o seu contributo à qualidade do espaço público, e que procedam à remoção das caixas que há muito não têm utilização.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Rui Martins, Vítor Vieira, Paulo Dias Figueiredo, Júlio Amorim, Paulo Lopes, António Araújo, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Mascarenhas Gaivão, Jean Teixeira, Fátima Castanheira, Nuno Franco, Maria de Morais, José Maria Amador, Virgílio Marques, Jorge Lima, Jorge Lopes, Jorge Pinto, Martim Galamba, João Oliveira Leonardo, Beatriz Empis, Carlos Moura-Carvalho, Alexandra Maia Mendonça, Ana Alves de Sousa, Pedro Henrique Aparício, Miguel Atanásio Carvalho, Miguel Jorge, Fernando Silva Grade, Maria do Rosário Reiche, Inês Beleza Barreiros e Fernando Jorge

A cidade das caixinhas de distribuição


Fotos de Vítor Vieira

27/10/2017

Junto à estação de Entrecampos


Chegado por e-mail:

«Boas,
queria só partilhar umas fotos do que se vem passando junto à estação de Entrecampos. Se quiserem podem publicar no vosso blog.
Cumprimentos,
João Ribeiro»

26/10/2017

Trienal recebeu 26 candidaturas a concurso para Mercado de Santa Clara em Lisboa ... e a Feira da Ladra?


Exmo. Senhor Presidente
Dr. Fernando Medina


C.c. Vereador Manuel Salgado, EMEL, JF São Vicente, Trienal de Arquitectura, AML e media

No seguimento de notícias vindas a público dando conta dos planos da CML em requalificar o Mercado de Santa Clara (o qual, no nosso entender, nunca devia ter sido desmantelado enquanto mercado... era um mercado lindíssimo há pouco mais que duas décadas...), designadamente sobre o concurso de ideias "com um prémio no valor de 5000 euros, dirigido a arquitectos em nome individual, organizados em colectivos informais ou sociedades de profissionais habilitados a exercer a actividade de estudos e projectos de arquitectura.”, somos a alertar V. Exa. para dois pontos que nos parecem essenciais:

* A CML deve pensar o mercado em simultâneo com a Feira da Ladra.
* É inexplicável que só se aceitem propostas para o Mercado de Santa Clara vindas de arquitectos!

De facto, Senhor Presidente,

* O Mercado fica no coração da Feira da Ladra mas não é uma zona de passagem e funciona como um "beco" porque só tem uma porta aberta (actualmente esta porta conduz apenas a um conjunto de mesas vazias e as pessoas que entram voltam imediatamente para trás; a lindíssima entrada traseira do mercado, e que seria a entrada natural para quem desce a feira do lado do Arco Grande de Cima está fechada, obstruída por caixotes do lixo por causa da cozinha que foi montada no lado de dentro e aos dias de semana também está obstruída por automóveis, e as entradas laterais do lado da escola estão encerradas) e, portanto, milhares de pessoas movimentam-se à sua volta mas não entram;
* Pelo que é necessário criar formas de as pessoas circularem no espaço (e também de as pessoas com deficiência poderem entrar neste espaço público);
* Se as pessoas se deslocam à Feira da Ladra e o edifício do Mercado é no coração da Feira da Ladra não faria sentido que o Mercado fosse parte integrante da Feira da Ladra, por exemplo como o “Bazar de sabado”, no Bairro de San Angél da Cidade do México? Não compreendemos como não se pode utilizar o edifício do Mercado como … mercado!? Ao menos que ele acolhesse o "mercado bio", que tem lugar aos Sábados no Jardim de Santa Clara, sobretudo quanto chove, atraindo mais venderores;
* Por outro lado, se se pretende atrair pessoas para o Mercado por que é que não se resolve o problema dos espaços e dos acessos que estão condicionados pelos veículos dos feirantes e de visitantes que não usam os transportes públicos?
* Em relação ao próprio Jardim Botto Machado, poderia a CML “alargar” o mesmo, ou seja, removendo o asfalto e os automóveis em vários locais (separadores centrais acima e abaixo do mercado, e em frente ao Casão militar, de modo a garantir contínuos verdes;
* Por fim, o estacionamento automóvel mantém-se caótico, selvagem até, sendo um obstáculo à circulação das pessoas, e continuando desprotegidos os passeios e as passadeiras, bem como as dezenas de viaturas que ali permanecem abandonadas permanentemente (ex. nos passeios na Rua do Mirante e no Largo, que servem de arrumos aos feirantes e que a Policia apesar de informada não reboca nomeadamente junto ao antigo Hospital Militar na Rua Bernardino António Gomes (Pai).

Outro facto que contribui para o ar de abandono de toda a zona são os monumentos e o património edificado, que continuam por recuperar, uns, valorizar, outros:

* O Monumento ao Dr. Bernardino António Gomes (filho) – busto de bronze assente sobre um pedestral de pedra - é utilizado como amarra para as espias das barracas, local para os caixotes do lixo (colocados pela CML), banco e urinol;
* O fontanário não funciona há vários anos e está parcialmente destruído;
* Os relevos na antiga muralha (que podiam ser um local de visita) não estão assinalados de nenhuma forma e estão grafitados.

Propomos, por isso, a criação de bolsas de estacionamento em terrenos públicos abandonados, tal como foi apresentado oportunamente por cidadãos à CML e à Junta de Freguesia, sem resposta até ao momento (https://op.lisboaparticipa.pt/op/propostas/575d3ccf5c28680900d34013), conforme mapa em anexo.

Na expectativa, apresentamos os nossos melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Bruno Palma, Júlio Amorim, Luís Serpa, Ricardo Mendes Ferreira, António Araújo, Maria de Morais, Beatriz Empis, Luís Rêgo, Inês Beleza Barreiros, Fernando Silva Grade, José Maria Amador

17/01/2017

Rua FERRAGIAL- Quem tem jurisdição e interesse em Resolver?


Chegado por e-mail:

«Caros Senhores,​

Antes de mais votos de um bom ano de 2017.

Não tendo a certeza do limite geográfico das Freguesias de Santa Maria Maior e da Misericórdia​, e estando os problemas que venho reportar em TODA A EXTENSÃO da RUA DO FERRAGIAL desde a Rua Vitor Cordon até à Rua do Alecrim, aproveito para enviar esta informação a todos os possíveis visados na expectativa de ver estas situações abaixo devidamente Fiscalizadas e Resolvidas, tão breve quanto possível.

Antes de mais deixem-me informar que Rua do Ferragial apesar de ser uma rua pequena e com muito pouco comércio, TEM alguns MORADORES e SERVIÇOS que têm lá vivido mesmo no CAOS em que esta se encontra. Que é um dos PRINCIPAIS ACESSOS PEDONAIS, sobretudo para quem vem terminal de transportes intermodal do Cais do Sodré, permitindo o acesso pedonal: - à Rua Vitor Cordon,
- ao Hospital da Ordem Terceira
- ao Museu do Chiado
- ao Teatro Nacional de São Carlos
- à Faculdade das Belas Artes
- a TODO O CHIADO

Desde meados do ano de 2016 que se começaram a desenvovler DIVERSAS OBRAS em EDIFICIOS na rua do Ferragial, nestes mais de 6 meses foram começando obras mas nenhuma está terminada. No total teremos AGORA MESMO umas 5 (cinco) ou 6 (seis) OBRAS a decorrer com ocupações dos passeios de tal forma que os peões ficaram sem condições para ali circular em segurança quanto mais em conforto. Nas fotos em anexo vêm-se 4 obras no espaço de uns 50 metrosatente-se aos passeios inexistentes ou em obras. Junte-se-lhe ainda os Caixotes do Lixo/Reciclagem do BAR COBRE que estão 24h/7 no passeio, a ocupar a via e a incomodar quem ali precisa de passar.

​Ainda pior com o encerramento do Largo do Corpo Santo ao transito automóvel, há agora regularmente TRANSITO CONGESTIONADO na rua do Ferragial ​para onde este foi desviado. Portanto os peões que não podiam circular nos passeios estão também sujeitos a abusos dos muito condutores com as suas pressas. O acesso a garagens ficou sujeito a longas demoras. ​E a juntar a tudo isto os NIVEIS DE POLUIÇÃO AUTOMÓVEL, com gases de escape acumulados numa rua estreita, são notórios para quem ali passar a pé, ou ali vive. ​​Junte-se-lhe a POLUIÇÃO causada pelas próprias OBRAS, com diversas PARTÍCULAS no AR e depositadas no CHÃO, na sua envolvente​, aliás visiveis nas fotos anexas.

​Em relação às obras convenhamos pelas fotos em anexos convenhamos que as diversas Fiscalizações ​não tem actuado... parece que estamos num qualquer lugar do terceiro mundo! Mas estamos efectivamente no CENTRO de uma CAPITAL EUROPEIA que se diz moderna e apelativa! Quer-me parecer que há entidades a par do que ali se passa, pois​ o problema da iluminação publica, esta via esteve literalmente às escuras durante várias semanas, ​foi entretanto resolvido.​

Na expectativa que os Ex.mos Senhores Presidentes das Juntas de Freguesia juntamente com o Munícipio de Lisboa, se necessário, possam chegar a acordo, e sobretudo resolver este problema tão breve quanto possível.

​E​m nome dos residentes esperamos a ​rápida e eficaz resolução desta situação, ​e sem esperar que as obras acabem... porque isso também não está para breve.​

Melhores​ Cumprimentos,

​Antonio Manuel Silva​
​Lisboa​

12/08/2016

AS OBRAS DO CAMPO DAS CEBOLAS


TOTAL FALTA DE RESPEITO E CUIDADO PARA COM AS ESPÉCIES VEGETAIS PRESENTES. TOTAL FALTA DE CONSIDERAÇÃO PARA COM A MEMÓRIA DA CIDADE.

E ASSIM, LISBOA CONTINUA IGUAL A SI PRÓPRIA, COM O ATRASO CIVILIZACIONAL QUE É INCAPAZ DE ULTRAPASSAR.


João Pinto Soares

09/06/2016

Pedido de esclarecimentos sobre demora na obra de reconstrução do lago do Largo de D. Estefânia


​Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.c. PCML, AML, JF Arrroios, Media

Desde há mais de 2 meses que o lago do Largo D. Estefânia se encontra com o muro de protecção conforme a foto documenta, em resultado de um aparatoso desastre de viação.

Solicitamos a V. Exa. que nos informe quando é que os serviços da Câmara Municipal de Lisboa vão poder recuperar o mesmo.

Numa cidade como Lisboa, onde se tornou uma raridade termos um lago ou uma fonte operacional e limpa, como era o caso da presente, só podemos lamentar o que agora também este lago com a escultura barroca de Machado de Castro.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Luís Marques da Silva, ​Fernando Jorge, Júlio Amorim, Irina Gomes, Jorge Santos Silva, António Branco Almeida, Beatriz Empis, António Araújo, Jorge Pinto, Maria Ramalho e Nuno Vasco Franco

Foto: LMS

Finalmente uma boa notícia sobre esse deserto de cotos e amontoado de sucata


In Corvo (9.6.2016)
Texto: Fernanda Ribeiro

«Obras de reabilitação do Largo do Leão deverão começar no terceiro trimestre

Tem sido muito maltratado, ao longo dos últimos anos. Desde ser ocupado por estacionamento selvagem até parecer agora um deserto rodeado por dezenas de pilaretes. Em 2014, surgiu a promessa de que o Largo do Leão, em Arroios, seria reabilitado, até ao final do actual mandato camarário (Setembro de 2017), no âmbito do programa Uma Praça em Cada Bairro, integrando um conjunto de três dezenas de praças lisboetas consideradas “prioritárias”.

A apresentação pública do projecto deixou satisfeitos os moradores, que há muito sonham ver aquele espaço público enfim ordenado. Tal regeneração urbana deverá começar em breve, diz a Câmara Municipal de Lisboa, que aponta o início dos trabalhos para o terceiro trimestre deste ano. A Junta de Freguesia de Arroios, contudo, esperava que os mesmos se iniciassem este mês.

Por agora, o espaço público continua mal tratado e sem uso, apesar de já terem sido cortadas pela base grande parte das árvores que nele existiam. O estado lastimável em que se encontra o Largo do Leão e a Rua Visconde de Santarém, que nele desemboca, contrasta, aliás, com o que se está a passar nas imediações. Obras de vulto têm vindo a ser realizadas nas ruas próximas, melhorando o espaço público das mesmas, como sucede na Avenida Duque de Ávila. [...]»

13/01/2016

Pedido de inclusão do Largo Rodrigues de Freitas no Prog."Uma Praça em Cada Bairro"


Exmo. Senhor Presidente
Dr. Fernando Medina,
Exmo. Senhor Vereador
Arq. Manuel Salgado


C.C. AML, J Freg. Santa Maria Maior e media

No âmbito do Programa "Uma Praça em Cada Bairro" (http://www.cm-lisboa.pt/participar/uma-praca-em-cada-bairro), programa que, voltamos a reforçar, consideramos ser uma enorme mais-valia para o futuro da nossa cidade, serve o presente para solicitarmos a V.Exas., à semelhança do que já fizemos para o Largo de São Sebastião, em relação ao qual V. Exas. nos informaram vir o mesmo a ser incluído no programa Pavimentar Lisboa 2015-2020, o que nos deixa bastante agradecidos, a inclusão de outro largo da zona histórica que consideramos estar a necessitar de um tratamento condigno e urgente.

Referimo-nos ao Largo Rodrigues de Freitas, ao Castelo, e para o qual, segundo sabemos, existe até um projecto de requalificação trabalhado pelos Serviços da CML, julgamos que desde 2009, pelo que talvez seja o momento de o recuperar para a agenda do “Uma Praça em Cada Bairro” ou do Pavimentar Lisboa 2015-2020, ainda que com algumas alterações de pormenor.

Como é do conhecimento de V. Exas. este largo caracteriza-se por uma profunda anarquia a vários níveis, desde logo pelo abuso generalizado em termos do estacionamento automóvel, pelo caos do perfilamento de passeios, pelo mau estado da calçada portuguesa, que importa recuperar e preservar, com particular perigosidade em termos da colocação das passadeiras de peões, agravada pelo desnível de cota bastante acentuado, onde, na verdade, os cidadãos são obrigados a circular pelo meio da via porque os passeios estão permanentemente ocupados ou por viaturas ou por andaimes de prédios devolutos (há 2 edifícios com andaimes há pelo menos 10 anos sem que se preveja o início de obras). No geral, o espaço público apresenta-se confrangedor enquanto espaço de fruição pelas pessoas, os espaços verdes são maltratados e as árvores ignoradas, tal como ignorados são os edifícios de interesse histórico da zona, sejam os palácios ali existentes, seja pelo abandono do largo que dá para a fabulosa igreja do Menino Deus, seja o próprio edifício conventual, sejam as casas humildes e também históricas - a este propósito, é inenarrável o estado da casa onde terá nascido São João de Brito.

Trata-se, portanto, de um largo histórico que requer um tratamento paisagístico e histórico-cultural adequado, que o dignifique e valorize, em prol de uma Lisboa mais bonita e vivida, pelo que solicitamos à CML que lhe faça justiça através do Uma Praça em Cada Bairro/Pavimentar Lisboa 2015-2020.

Juntamos algumas fotos actuais do estado do Largo Rodrigues de Freitas.

Com os melhores cumprimentos

Lisboa, 10 de Dezembro de 2015

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Inês Beleza Barreiros, Mariana Ferreira de Carvalho, Pedro Formozinho Sanchez, Júlio Amorim, Miguel de Sepúlveda Velloso, Maria do Rosário Reiche, Virgílio Marques, Luís Marques da Silva, Fátima Castanheira, Jorge Santos Silva e Nuno Vasco Franco

....

Há boas-novas da CML e do Vereador Manuel Salgado: