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03/12/2018

O eléctrico 24 regressou há 6 meses. Balanço:


21/11/2018

Está de parabéns a Plataforma "Pela reactivação do Eléctrico 24, em Lisboa"


E hip hip hurra a João Filipe Guerreiro, o nosso guarda-freio mor na causa central da Plataforma em boa hora criada em prol da reactivação do E-24 (https://www.facebook.com/electrico24/). Em exibição no Lisbon Story Centre.

06/01/2016

Obras condicionam trânsito no Cais do Sodré por ano e meio


In Público Online (5.1.2016)
Por Inês Boaventura

«A circulação automóvel no Cais do Sodré e nas artérias envolventes está condicionada, devido às obras de requalificação do espaço público que a Câmara de Lisboa tem em marcha e que deverão prolongar-se até meados de 2017.

Em comunicado, a autarquia informa que “os condicionamentos à circulação” tiveram início no dia 4 de Janeiro, segunda-feira, e explica que na sua origem está a “primeira fase das obras de requalificação do Cais do Sodré/Praça Duque de Terceira, Corpo Santo e Ribeira das Naus”.

Segundo esse comunicado, “nesta fase, o tráfego proveniente da Av. Ribeira das Naus com destino à Av. 24 de Julho e Rua do Alecrim far-se-á através do Largo do Corpo Santo / Rua Bernardino da Costa”. Na informação divulgada pela autarquia não há qualquer indicação relativamente ao período pelo qual se manterá essa situação nem sobre quais serão as fases seguintes.

Há cerca de um mês o presidente da Câmara de Lisboa afirmou, durante uma visita com jornalistas ao Campo das Cebolas e ao Cais do Sodré, que o município ia fazer “um plano excepcional de desvios de tráfego”, a começar na Avenida de Ceuta e a acabar em Xabregas. Até à data, nada mais foi dito sobre esse plano. Na ocasião, Fernando Medina deixou também a garantia de que “em momento algum” a circulação automóvel iria ficar “totalmente vedada” na área da frente ribeirinha que está a ser alvo de intervenção. [...]»

... Desde que mantenham TODAS as árvores e plantem mais, mantenham todos os quiosques, a calçada portuguesa e todos os candeeiros antigos, bem como o eléctrico e ampliem as zonas pedonais, e tem a CML carta branca, pois Roque Gameiro e o Dq da Terceira iriam gostar. Mto.gostava de saber era o que fizeram aos repuxos de água do projecto de requalificação original...

01/10/2015

Boa-nova desde o Cais do Sodré...


In O Observador (1.10.2015)
Por João Pedro Pincha

«Mais espaços verdes, um novo terminal de autocarros e a reabilitação das linhas de elétrico, para trazer de volta a carreira 24. O Cais do Sodré vai mudar.

O vereador do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa disse esta quarta-feira que a reabilitação do Cais do Sodré, que assenta na reorganização do terminal de autocarros e de elétricos e em mais espaços verdes, vai iniciar-se no final de outubro. Qualificando este como o “interface mais importante de Lisboa”, Manuel Salgado afirmou à agência Lusa que haverá uma reorganização do “terminal de camionagem da Carris, em complemento com a estação de caminho-de-ferro” no Cais do Sodré.

A intervenção, orçada em cerca 6,5 milhões de euros, centra-se também em “reorganizar a linha dos elétricos”. O objetivo é que seja reativado o elétrico 24, fazendo “a ligação desde Campolide até cá a baixo, ao Cais do Sodré”, frisou o autarca. Manuel Salgado esclareceu que caberá à Carris voltar a implementar esta carreira, sendo que a transportadora já “elaborou o projeto chamado material de via, com agulhas e carris”.

Ao mesmo tempo, o executivo municipal, de maioria socialista, pretende “aumentar a área de espaço verde central” no Cais do Sodré, tornando este espaço público “mais utilizável”, bem como “tirar dali o estacionamento”. “Será um espaço de usufruto das pessoas com ligação ao rio, [já que] tem essa grande vantagem”, acrescentou o responsável. Manuel Salgado adiantou que esta intervenção se estenderá ao largo do Corpo Santo e à Rua do Arsenal. Neste último local, será feita a repavimentação da via e o alargamento dos passeios “ao lado das lojas”.

Também no mês de outubro, mas no início, começam as obras no Campo das Cebolas, onde se vai construir um parque de estacionamento com 260 lugares que será gerido pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL).

Após a obra de cerca de 14 milhões de euros, a circulação viária passará, essencialmente, a ser feita “junto ao Ministério das Finanças, onde passam os autocarros”. Nessa zona, alarga-se também a “área de circulação e são construídos uns abrigos contínuos porque quem sai [na estação fluvial] de Sul e Sueste apanha aí os autocarros”, especificou Manuel Salgado. “Outro aspeto é o arranjo de pavimento por cima do parque”, onde vai ainda nascer um parque infantil, referiu.

Manuel Salgado disse ainda estar convencido de que as obras terminam “no fim de 2016, início de 2017”. O autarca falava à agência Lusa a propósito do anúncio feito pelo presidente do município, Fernando Medina, na reunião camarária desta tarde. “No início deste mês deste mês de outubro vai ter início a empreitada de requalificação do Campo das Cebolas, que está no programa de governo da cidade, e também nesse mês terá início a obra de requalificação do Cais do Sodré [que é] a continuação da frente ribeirinha”, informou Medina.

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Que não deitem nenhuma árvores abaixo, que não estropiem nem "recoloquem" os quiosques antigos, que retirem aquele frenesi poluente da Carris, que não mexem nos mais belos candeeiros de Lisboa e que plantem muitas árvores de grande porte, e que obriguem a Carris a reabrir o e-24, sim, sim e SIM!

22/06/2015

23/05/2015

That's one small step for man, one giant leap for mankind...


Foto: Alain GAVILLET in Flickr In O Observador (23.5.2015)
Por João Pedro Pincha:

«O elétrico vai voltar ao Príncipe Real. Mas só para turistas

Ainda não é desta que os revivalistas da carreira 24 vão poder dar uma volta do Cais do Sodré a Campolide. Isso "não é uma prioridade", diz a Carris.

Os elétricos vão voltar ao Príncipe Real, em Lisboa. Depois de quase vinte anos sem utilização, os carris que galgam a Rua da Misericórdia em direção ao Rato voltam ao ativo, num novo circuito turístico promovido pela Carristur, a empresa de turismo da transportadora lisboeta Carris. Para já, apesar de confirmar a criação da Chiado Tram Tour, a assessoria de imprensa da Transportes de Lisboa não adianta mais pormenores sobre o percurso e preços deste novo serviço, mas é possível que o elétrico chegue até à Rua das Amoreiras.

Nos últimos dias, ao mesmo tempo que um veículo elétrico da Carris tem estado em testes nas linhas, a Rua da Misericórdia recebeu novas pinturas no alcatrão e pilaretes plásticos para impedir o estacionamento que dificulte a passagem do elétrico. Isto poderá querer dizer que o novo circuito se iniciará no Largo Camões, prosseguindo depois pela Rua de São Pedro de Alcântara – e respetivo miradouro -, indo depois Rua Dom Pedro V e Rua da Escola Politécnica acima até ao Príncipe Real. Caso se confirme a ligação à Rua das Amoreiras, o Chiado Tram Tour vai ainda passar pelo Rato.

O percurso terá, assim, cerca de dois quilómetros, atualmente percorridos em parte pela carreira de autocarro 758, num dos eixos mais movimentados do centro da cidade. Os elétricos deixaram de passar por esta zona em 1995, quando a Carris e a Câmara Municipal de Lisboa suspenderam provisoriamente a carreira 24. Só que o “provisoriamente” manteve-se até hoje e o percurso entre o Cais do Sodré e Campolide nunca mais voltou a ser feito. Há vários anos que o Fórum Cidadania Lx pede a reativação desta carreira e, nos últimos meses, tem sido promovida nas redes sociais uma petição com esse fim.

Até agora, a petição conta com 1.436 assinaturas e João Filipe Guerreiro, o principal promotor da iniciativa, explica ao Observador que o 24 poderia tornar-se num elétrico útil, não só para os lisboetas como para os próprios turistas, uma vez que o 28 anda geralmente repleto de gente. “O turista típico não paga 15 euros para ir do ponto A ao B” num circuito, “mas paga a tarifa de bordo” de uma carreira normal, diz, explicando que o percurso original do 24 (entre o Cais do Sodré e Campolide) contribui para uma “interligação única” entre o rio Tejo, equipamentos culturais, espaços comerciais e escritórios.”

É por isso que não entende que a Carris aposte num elétrico turístico para uma parte do troço e não num elétrico de serviço regular. “Deixa-me pasmado”, afirma João Filipe, para quem “há várias dinâmicas de mercado que não estão a ser tidas em consideração” na abordagem ao elétrico 24, cujas receitas, acredita, “ficariam acima das do 28″.

A reativação do 24 não está no horizonte da Carris. “Do ponto de vista da Carris, a eventual reposição da circulação de elétricos efetuando a carreira 24E não é uma prioridade, dado que, naquele percurso, existe já um serviço de transporte em autocarro”, explica a transportadora, ressalvando que esta é “matéria que não depende exclusivamente da Carris”.

No âmbito da iniciativa “Uma Praça em cada Bairro”, através da qual a câmara quer reabilitar praças um pouco por toda a cidade, está prevista a construção, na Rua de Campolide, de uma estação terminal de elétrico. No site da autarquia pode ler-se que a praça servirá a carreira 24E, o que poderá indiciar que não estará totalmente posta de parte a ideia de recuperar todo o percurso do antigo 24.»