03/12/2018
21/11/2018
Está de parabéns a Plataforma "Pela reactivação do Eléctrico 24, em Lisboa"
12/08/2016
17/06/2016
13/06/2015
05/06/2015
Eléctrico Fantasma: EMPTY TRAM TOUR BY CARRIS
29/05/2015
É o 24 que está a passar? Não, é um elétrico de cortiça só para turistas
Por João de Almeida Dias
...
Filme da 1ª viagem do "eléctrico de cortiça": Filme da 1ª viagem do "eléctrico de cortiça": http://observador.pt/2015/05/29/e-o-24-que-esta-a-passar-nao-e-um-eletrico-de-cortica-so-para-turistas/
ANOTHER EMPTY TRAM TOUR IN LISBON BY CARRIS?
23/05/2015
That's one small step for man, one giant leap for mankind...
Foto: Alain GAVILLET in Flickr
In O Observador (23.5.2015)
Por João Pedro Pincha:
10/03/2014
Proposta exequível para a reabertura e a exploração da linha de eléctrico E-24
Secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações,
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
Presidente do Conselho Directivo do IMT,
Presidente do Conselho Executivo da ATML,
Presidente do Conselho de Administração da CARRIS,
Direcção da Associação de Turismo de Lisboa,
Considerando que se mantém, manifestamente, o interesse da população, da Câmara Municipal de Lisboa (vide os projectos de reordenamento do espaço público nos Largos Bordallo Pinheiro e Trindade Coelho) e de várias entidades ligadas ao turismo, a começar pela Associação de Turismo de Lisboa (videhttp://cidadanialx.tripod.com/DocE24.pdf); na reabertura da linha de eléctrico E-24;
Considerando as declarações públicas do Sr. Paulo Marques (vide https://www.youtube.com/watch?v=QxV8ipijAC0), colecionador particular de eléctricos (fotos em anexo) segundo as quais pretende ceder a sua colecção à CML para que esta lhe dê uso turístico;
Considerando que os eléctricos que compõem esta colecção e que poderão ser postos em circulação na linha do E-24 são 3 - eléctrico 615, construído em Santo Amaro nas oficinas da CARRIS, em 1935; eléctrico 738, idem, em 1932, e eléctrico 442 (tipo caixote), idem, em 1961 - não precisam de adaptações muito dispendiosas, visto todos eles se encontrarem com motorizações e órgãos de travagem originais, e apenas necessitarem de uma revisão profunda desses componentes em virtude de estarem fora de serviço desde 1996;
Considerando que razão invocada pela CARRIS para ainda não ter reaberto a linha de eléctrico E-24 tem que ver com a falta de opções em termos de composições disponíveis para a sua efectivação;
E no seguimento da consulta pública actualmente a decorrer sobre o modelo de abertura à iniciativa privada do serviço público de transporte de passageiros em Lisboa e Porto (vide http://www.imtt.pt/sites/IMTT/Portugues/Noticias/Paginas/Consultasobreomodelodeabertura%C3%A0iniciativaprivadadoservi%C3%A7op%C3%BAblicodetransportedepassageirosemLisboaePorto.aspx),
Propomos ao SEITC, ao IMT, à AMTL, à CARRIS, à Câmara Municipal de Lisboa e à Associação de Turismo de Lisboa:
1.O estabelecimento de um acordo de cedência com o Sr. Paulo Marques, com vista à utilização dos 3 eléctricos da sua colecção, referidos acima, com vista à reabertura e à exploração turística (ou não apenas turística) da linha E-24, desde o Cais do Sodré às Amoreiras, com extensão ao Largo do Carmo.
2.A definição de um conjunto de regras que permita que a futura gestão da linha E-24:
a) Seja dividida pela CARRIS - gestão da infraestrutura - e/ou por um concessionário privado - sem custos para o Estado - a escolher mediante concurso específico para a exploração da linha E-24, prevendo mesmo um tarifário específico e/ou mais elevado (o preço dos bilhetes e/ou a partilha de receitas com o sistema Lisboa Viva tem que assegurar a cobertura das despesas de exploração.), dirigido a turistas/passageiros normais, para assegurar a sua sustentabilidade financeira e /ou com tarifário integrado com outros meios de transporte turísticos (elevadores/eléctricos/autocarros/cruzeiros no Tejo), para assegurar o efeito rede e atractividade ou concurso integrado no caderno de concessões da Secretaria de Estado das Infra-estruturas, Transportes e Comunicações/CARRIS.
b) Possa ser subvencionada, ainda que de forma parcial, com recurso a comparticipações do QREN/Turismo para efeitos de promoção de transportes amigos do ambiente e redutores de emissões poluentes, bem como de regeneração/reabilitação/revitalização urbana e para adaptação dos eléctricos acima referidos ao cumprimento dos critérios de segurança em vigor, ou;
c) Que seja considerada a possibilidade de concessão das actuais e futuras linhas de eléctrico em Lisboa (onde se inclui a E-24) de forma separada da restante rede da Carris, caso esta ou um concessionário não tenha interesse na sua exploração, ou seja, no pacote de concessão da Carris dar a possibilidade a um concessionário privado ou à CML para poderem explorar esta linha E-24.
Com os melhores cumprimentos
Bernardo Ferreira de Carvalho, Paulo Ferrero, Virgílio Marques, Luís Marques da Silva, António Branco Almeida, Júlio Amorim, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno Caiado, João Filipe Guerreiro, Pedro Henrique Aparício, Rui Martins, Jorge Pinto, Pedro Formozinho Sanchez, Rita Filipe Silva, Beatriz Empis, Inês Barreiros, João Mineiro
30/01/2013
12/09/2011
Carris não quer pagar remoção de linhas de eléctrico
«Em Lisboa há sete quilómetros desactivados
Carris não quer pagar remoção de linhas de eléctrico
A cidade de Lisboa tem, actualmente, cerca de sete quilómetros de carril de eléctrico que não estão em funcionamento, disse à Lusa o secretário-geral da Carris, que remete para a Câmara de Lisboa a responsabilidade de remover os troços desactivados.
Os conhecidos "amarelos" viram a sua importância decrescer ao longo da segunda metade do século passado e dos percursos inaugurados entre 1901 e 1991 apenas cinco se mantêm em funcionamento. Este transporte emblemático da capital comemora este mês 110 anos.
Questionado sobre a necessidade de remover os troços desactivados, para diminuir os riscos de acidentes, o secretário-geral da Carris considerou que o risco é igual ao que existe noutras linhas. "Estes troços têm características idênticas aos que estão em utilização, não havendo, por isso, qualquer risco adicional de acidente", afirmou Luís Vale, sublinhando que compete à Câmara de Lisboa remover aquelas linhas de carril.
"Os troços de carril abandonados têm sido gradualmente retirados, ou cobertos por tapetes de betuminoso, na sequência das obras que a câmara promove nesses eixos viários", sustentou o gestor da Carris.
A discussão foi lançada pelo PCP em Maio de 2010, quando o partido apresentou uma proposta à Câmara de Lisboa para remover as linhas de carril desactivados. Uma proposta que, disse o vereador comunista Ruben de Carvalho, "até hoje ainda não teve nenhum desenvolvimento". "A Carris diz que é responsabilidade da câmara, o que é um disparate, porque a responsabilidade é da Carris. Enquanto isso, isto vai-se arrastando há anos, com perigo para os automobilistas e motociclistas que têm, assim, um maior risco de acidente", considerou o vereador.
Ruben de Carvalho disse ainda que os carris, mesmo com camada de betuminoso para os tapar, não permitem que as obras nas vias sejam bem feitas e que o melhor seria retirá-los. Perante o não assumir de responsabilidades, o autarca comunista vê apenas uma solução: "Receio que a única forma de resolver esta situação é indo para tribunal." A Lusa tentou contactar o vereador da Mobilidade da Câmara de Lisboa, Nunes da Silva, mas não obteve resposta.
A frota da rede de eléctricos da Carris é constituída por 65 carros eléctricos, três ascensores (com seis veículos) e o Elevador de Santa Justa (com duas cabines), servindo anualmente 20 milhões de pessoas. Lusa»
...
Certamente que nos tais 7km, RCarvalho não considera os referentes ao E-24, pois não? Claro que não.
04/11/2009
"1000 ULTIMATE TRAVEL EXPERIENCES" - Para quando a reabertura do E-24?

Dr. António Costa,
Em primeiro lugar as nossas saudações pela tomada de posse como presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Votos de bom trabalho.
Neste primeiro dia de trabalho, chamamos novamente atenção para o eléctrico 24 inaugurado a 2 de Novembro de 1907. Anteontem deviamos todos ter celebrado os seus 102 anos. Mas a promessa da reposição do eléctrico 24 (Cais do Sodré / Campolide) continua por cumprir apesar de ser cada vez mais evidente a importância dos eléctricos tanto para a mobilidade sustentável como para o desenvolvimento do Turismo de qualidade.
O eléctrico 28 foi seleccionado pela editora inglesa ROUGH GUIDE como uma das 1000 experiências mais importantes do mundo. Segue em baixo o texto na íntegra publicado na capítulo dedicado a Portugal. Este novo reconhecimento internacional vem reforçar a validade do projecto de devolver a Lisboa algumas das linhas de eléctricos encerradas no passado recente de que é exemplo o eléctrico 24.
Esperemos que muito em breve a CARRIS e a CML anunciem a boa notícia do regresso do eléctrico 24 aos carris de Lisboa, para o qual entregámos a V.Exa. no ano passado esta petição http://cidadanialx.blogspot.com/2008/05/entrega-de-petio-preabertura-do.html .
Com os melhores cumprimentos,
Fernando Jorge, Paulo Ferrero e Júlio Amorim
1000 ULTIMATE TRAVEL EXPERIENCES
MAKE THE MOST OF YOUR TIME ON EARTH
A Rough Guide to the World
London, 2008
PORTUGAL:
-Clearing your calendar for bacalhau
-Exploring mystical Sintra
-Learning to surf on the Atlantic coast
-In search of the perfect tart
-Stop! It's hammer time at the Festa de São João
-Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters
«Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters»
Just as you should arrive in Venice on a boat, it is best to arrive in Lisbon on a tram, from the point where many people leave it for good: at Prazeres, by the city's picturesque main cemetery. Get a taxi to the suburban terminus of tram 28 for one of the most atmospheric public-transport rides in the world: a slow-motion roller coaster into the city's historic heart.
Electric trams first served Lisbon in 1901, though the route 28 fleet are remodelled 1930s versions. The polished wood interiors are gems of craftsmanship, from the grooved wooden floors to the shiny seats and sliding window panels. And the operators don't so much drive the trams as handle them like ancient caravels, adjusting pulleys and levers as the streetcar pitches and rolls across Lisbon's wavy terrain. As tram 28 rumbles past the towering dome of the Estrela Basilica, remember the famous bottoms that have probably sat exactly where you are: the writers Pessoa and Saramago, the singer Mariza, footballers Figo and Eusebio.
You reach central Lisbon at the smart Chiado district, glimpses of the steely Tagus flashing into view between the terracotta roof tiles and church spires. Suddenly you pitch steeply downhill, the tram hissing and straining against the gradients of Rua Vitor Cordon, before veering into the historic downtown Baixa district. Shoppers pile in and it's standing room only for newcomers, but those already seated can admire the row of traditional shops selling sequins and beads along Rua da Conceicao through the open windows.
Now you climb past Lisbon's ancient cathedral and skirt the hilltop castle, the vistas across the Tagus estuary below truly dazzling. The best bit of the ride is yet to come though, a weaving, grinding climb through the Alfama district, Lisbon's village-within-a-city where most roads are too narrow for cars. Entering Rua das Escolas Gerais, the street is just over tram width, its shopfronts so close that you can almost lean out and take a tin of sardines off the shelves. »
Imagem: o eléctrico 24 em 1983 na Rua D. Pedro V
10/11/2008
Troço da linha de eléctrico "engolido" por Fórmula 1
NUNO MIGUEL ROPIO
«Renault pagou para Câmara cobrir de alcatrão trilhos da Carris na Avenida da Liberdade
Parte da linha do eléctrico Rato - Alto de S. João, em Lisboa, desapareceu com o evento publicitário da Renault, na Avenida da Liberdade há duas semanas. O troço da Carris acabou sob uma cobertura de alcatrão.
A obra da Câmara Municipal de Lisboa estava incluída no pacote de contrapartidas dadas pela marca francesa ao município, para a ocupação da Avenida da Liberdade no fim-de-semana de 25 e 26 de Outubro. Uma das exigências da Renault era poder utilizar esta artéria da cidade sem a existência da irregularidade verificada no piso, provocada pela linha do eléctrico proveniente da Rua Alexandre Herculano e que atravessava a avenida lateralmente.
A troco de 22 mil euros, que incluíram as taxas de ocupação e publicidade, além do corte da circulação rodoviária durante os dois dias, os serviços municipais assumiram aquela intervenção e a recarga betuminosa sobre a linha que se encontra desactivada.
Ao JN, fonte da Carris adiantou que apesar desta ligação ser propriedade da transportadora, as intervenções sobre o conjunto de 20 quilómetros de linhas que se mantêm inactivas na capital podem ser realizadas pela autarquia, mesmo sem a anuência da empresa, porque se encontram em pleno espaço público. "Não é a primeira vez que o município coloca alcatrão sobre estas estruturas. As linhas continuam lá e são responsabilidade da Carris. Se quisermos reactivar alguma, tem de ser retirado esse tapete", explicou a mesma fonte. Da Câmara de Lisboa não foi possível obter qualquer esclarecimento sobre a obra.
Para o presidente da Junta de Freguesia de São José, João Miguel Mesquita (PSD), a intervenção sobre a linha deveria motivar uma discussão sobre o futuro da avenida. "Estas acções são avulsas. Não se quer planos para o presente mas para o futuro, discutidos à luz do PUALZE (Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zona Envolvente)", disse o autarca. "Gostava de não ter trânsito nas laterais mas há quem queira. É pela diferença de opiniões que o senhor presidente da Câmara deveria ser o primeiro a dizer o que quer afinal da avenida", frisou. »
O grave, como eu disse ao jornalista e se esqueceu de referir, não é tapar-se com alcatrão os carris do eléctrico que fazia o Rato e a Amirante Reis, via Conde Redondo, pois o alcatrão sairá na hora em que haja vontade política para reabrir as linhas de eléctrico que foram indevidamente encerradas ao longo dos últimos 25 anos.
O grave é que esta Lisboa chegou a ter dezenas largas de km de carris de eléctricos, que iram a praticamente todo o lado da cidade, e, paulatinamente, voltámos para trás. Ou seja, em vez de desenvolvermos o transporte público não poluente, com mais linhas, mais articuladas, com mais composições, pequenas e maneirinhas, fizemos coisas como a compra daquele monos gigantes, ao tempo de Ferreira do Amaral, impingidos a Lisboa sabe-se lá em troco do quê, e que não servem rigorosamente para nada; em vez de seguirmos os exemplos, os bons exemplos, das cidades evoluídas do lado de lá dos Pirinéus.
Este episódio da Avenida da Liberdade é resultante, realmente mas apenas em parte, da ausência de um plano de fundo da CML de ataque à poluição na zona da Baixa, a partir do Marquês, e de mais qualidade de vida naquele troço da cidade, mas é sobretudo fruto do imenso analfabetismo reinante nas diversas áreas da governação.
Será mais fácil a CML e o Governo encetarem contratos para novos túneis rodoviários na Duque de Loulé, no Saldanha, na Penha de França, etc., do que fazerem reabrir as linhas de eléctrico, pois isso mexe com muitos interesses instalados. É só isso. Pago para ver o dia em que a CML e o Governo, sobretudo este porque é ele quem manda na Carris (pelo menos é isso que se supõe...), se reabre o ramal do E-24 do Cais do Sodré às Amoreiras, com extensão ao Carmo...
12/05/2008
Entrega de petição p/reabertura do Eléctrico 24

Exmo. Sr. Presidente da Carris, Dr. José Manuel Rodrigues,
No seguimento do nossos pedidos para que a Carris e a CML apostem no eléctrico como meio de transporte de excepção, não poluente e turístico; começando, designadamente, por iniciarem os procedimentos relativos à reabertura da linha de eléctrico 24 (troço Cais do Sodré-Campolide-Carmo), vimos por este meio enviar a V.Exas. a petição 'Lisboa precisa da carreira de eléctrico nº 24. Por favor, reabram-na!', por nós lançada há meses e cujos peticionários e respectivos comentários constam do documento.
Como assinalámos oportunamente, aquela linha é toda uma espinha dorsal de Lisboa, especialmente agora que existe um interface no Cais do Sodré e que é crescente a atractividade do Chiado e do Bairro Alto, enquanto locais de diversão e restauração.
Por isso, a reactivação desta linha de eléctrico, com um horário alargado, permitiria transportar todo o tipo de públicos que utliza esta zona, a partir das zonas fronteiriças e exteriores ao casco urbano mais antigo, permitindo ou fomentando a utilização de parques automóveis noutras zonas da cidade.
Ou seja, 'Lisboa precisa da carreira de eléctrico nº 24. Por favor, reabram-na!'
Gratos pela atenção, e na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Fernando Jorge, Júlio Amorim e Virgílio Marques
Nota: A reabertura do E-24 tem o apoio, expresso, das seguintes instituições:
* Associação de Turismo de Lisboa
* Centro Nacional de Cultura
* Agência Baixa-Chiado
* Associação de Valorização do Chiado
* Liga dos Amigos do Jardim Botânico
* Associação dos Comerciantes do Bairro Alto