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28/05/2017

Combinação linda e perfeita


O lilás das flores dos jacarandás e o encarnado dos bancos do jardim Avelar Brotero (Alto de Santo Amaro) fazem uma combinação linda e perfeita, e o jardim está lindo - os telheiros matacões estão já quase camuflados pela exuberância das árvores e já ninguém se lembra dos imensos lódãos abatidos sem nexo.

P.S. Que todos os bancos de jardim sejam encarnados, por favor, já não se pode com aquele verde mortiço.

24/05/2017

Mas que grandes ANIMAIS!


«Isto é um crime da responsabilidade da Junta de freguesia das Av. Novas. Poda de jacarandás em plena floração», por Rosa Casimiro in ‎Plataforma em Defesa das Árvores (facebook), e fotos de Lavínia Maria Uva

19/03/2017

O que fizeram no Largo do Carmo é inadmissível!


Os técnicos da JF responsáveis pela autorização e fiscalização da poda devem ser exonerados. À empresa que fez a poda deve ser passada coima severa, ser banida das adjudicações na cidade e "descertificada" (se é que o é). Só assim a cidade poderá ser ressarcida por este crime!
Foto: Miguel Jorge

27/11/2015

Calçada da Ajuda com árvores novas


No decorrer dos trabalhos de requalificação da Calçada da Ajuda, houve uma alteração profunda nas árvores aí existentes, que eram de diferentes espécies, algumas já de avançada idade. Todas foram substituídas por Jacarandás, tendo sido utilizada na sua plantação uma técnica moderna que irá garantir a sua manutenção (ver imagem à direita).

Foram plantados 181 exemplares de Jacarandá em toda a Calçada.

No troço jusante da Calçada, existiam 48 exemplares das espécies: Choupos, Sophoras e Ailanthus. Destas foram abatidas 25 árvores e transplantadas 22, principalmente Sophoras para o alto da Ajuda.

No troço intermédio da Calçada da Ajuda, junto ao regimento de lanceiros 2, existiam 26 Braquiquitons que foram todos transplantados também para o Alto da Ajuda.

Verificou-se. assim, um cuidado das entidades envolvidas no processo no sentido de minimizar e até valorizar os efeitos da obra em apreço no arvoredo da cidade de Lisboa.


Pinto Soares

28/05/2013

Afinal já se 'desbastaram' as árvores junto ao coreto do Jardim da Praça José Fontana?!!!







Exmo. Senhor Vereador
Dr. José Sá Fernandes


Em Março de 2012 (http://cidadanialx.blogspot.pt/2012/03/jardim-pc-jose-fontanapara-que-arvores.html), chamámos a atenção de V.Exa. para uma evidência: a CML errou ao colocar jacaranás junto ao coreto do Jardim Henrique Lopes de Mendonça (Praça José Fontana).

Em causa estava a visibilidade do coreto, a qual uma vez obstruída pelos jacarandás obrigaria a podas sistemáticas, o que pode provocar danos irreversíveis nestas árvores e/ou crescimento errático. Solicitámos que fossem transplantadas, mas a resposta dos serviços que V. Exa. tutela foi: «Informamos que não se afigura adequado proceder ao transplante das referidas espécies arbóreas. Com efeito, a plantação das árvores em causa (jacarandás) foi realizada em 2010 no âmbito da obra de requalificação do Jardim e consistiu apenas na substituição de árvores que já existiam naquelas caldeiras. A espécie atual, embora de crescimento rápido, forma copas transparentes facilmente controláveis por podas. Deste modo, estas árvores não representam qualquer risco para a imagem do coreto, o qual mantém a sua visibilidade».

Passado um ano, verifica-se a situação caricata que as fotos em anexo documentam:

Junto ao coreto mas do lado da esplanada do quiosque entretanto concessionado, os jacarandás foram podados (rolados?!). Do outro lado do coreto (foto: coreto 001), sem esplanada, os jacarandás desenvolvem-se naturalmente. Independentemente da oportunidade, então, como agora, do eventual transplante e substituição dos jacarandás (a bem do coreto e a bem dos jacarandás), parece-nos que a esplanada não pode ter maior capacidade de persuasão do que o coreto.

Com os melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Virgílio Marques, José Filipe Toga Soares e Fernando Jorge

06/09/2012

Nova Lei que aprova o regime jurídico da classificação de arvoredo de interesse público



Publicado a 5 de Setembro de 2012 a L 53/2012 que aprova o regime jurídico da classificação de arvoredo de interesse público (revoga o Decreto-Lei nº 28 468, de 15/02/1938).

Nos termos da nova Lei, a classificação do arvoredo de interesse público pode ser proposta, entre outros, por:

A. Por organizações não -governamentais de ambiente;
B. Por cidadãos ou movimentos de cidadãos;

Passam a ser proibidas quaisquer intervenções que possam destruir ou danificar o arvoredo de interesse público (ou arvoredo que se encontre em processo de classificação), designadamente:
a) O corte do tronco, ramos ou raízes;

b) A remoção de terras ou outro tipo de escavação, na zona de protecção;

c) O depósito de materiais, seja qual for a sua natureza, e a queima de detritos ou outros produtos combustíveis, bem como a utilização de produtos fitotóxicos na zona de protecção;

d) Qualquer operação que possa causar dano, mutile, deteriore ou prejudique o estado vegetativo dos exemplares classificados.
Quando o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P., tiver disponível no seu sítio da Internet um formulário apto a acolher as propostas de classificação, não deixe de participar!

FOTO: Jacarandá; um exemplar notável que deveria ter sido classificado mas que infelizmente foi ilegalmente, e criminosamente abatido em 2010 na Rua da Palma, 208.

04/09/2010

LARGO DO CARMO: esplanadas caóticas

Três esplanadas na placa central do Largo do Carmo. A maior parte do mobiliário publicita marcas de bebidas, entrando em conflito com o ambiente urbano histórico (classificado IIP, ruínas do Carmo e Chafariz classificadas MN). Segundo a contagem das peças de mobiliário de esplanada, efectuada por moradores, existem no largo: Frente ao nº 17; 50 cadeiras e 25 mesas Frente ao nº 20; 31 cadeiras e 24 mesas; Junto ao quiosque: 48 cadeiras e 16 mesas. Concluíndo, a placa central está ocupada com cerca de 130 cadeiras e 65 mesas, um número evidentemente excessivo. A CML licenciou todo este mobiliário? E mobiliário publicitando marcas de refrigerantes? Sabemos que não.

Nos dias de bom tempo, todo este mobiliário é espalhado pela placa central, restando pouco espaço para os cidadãos circularem e gozarem em liberdade este espaço público.

Frequentemente as mesas são encostadas aos próprios bancos de jardim. Quando as condições climatéricas não são favoráveis, o mobiliário é resumidamente empilhado e acorrentado a cadeado aos troncos dos jacarandás.

É necessário fiscalização periódica, e regulamentar com urgência o design do mobiliário de modo a garantir que é adequado ao ambiente urbano histórico. Lamentável esta exploração abusiva de um espaço público emblemático da nossa cidade.

13/04/2010

Arboricídio na Rua da Palma 208

Terá sido nas últimas semanas que ocorreu o abate do Jacarandá centenário da Rua da Palma 208. Em Outubro de 2009, quando se iniciaram obras ilegais, o Pelouro do Urbanismo foi alertado para o perigo em que se encontrava tanto o imóvel como o respectivo Jacarandá do pátio fronteiro. Este edifício é provávelmente um dos mais antigos da Rua da Palma dadas as características arquitectónicas ainda bastante rústicas, típicas da primeira metade do século XIX. No piso térreo, onde funcionou o antigo estabelecimento comercial de venda de sementes e plantas - Casa do Campo - foram efectuadas diversas intervenções urbanísticas que acabaram por destruir o pátio onde se vendiam plantas e flores à sombra do centenário Jacarandá. Hoje, no local onde se implantava o belo Jacarandá (ver foto de 2009), vemos várias construções abarracadas de génese ilegal. E para cúmulo da indignidade, secções do tronco do Jacarandá estão a ser usados para suportar tubagens de ventilação (de uma cozinha?). A CML já confirmou que tudo decorreu sem o seu conhecimento. Agora queremos saber o que falhou. Foi efectuada alguma fiscalização à obra no seguimento das denúncias? Serão os arboricidas punidos? Porque razão Lisboa perdeu o centenário Jacarandá da Rua da Palma?

17/09/2008

A propósito do jacarandá sem grelha do Rossio


Aqui fica mais uma troca de emails com o Gabinete de JSF:

«Exma. Senhora


Muito obrigado pelos esclarecimentos adicionais, que irei colocar online.

Mais informo que, inexplicavelmente, foi decepado um lódão na mesma Praça D. Pedro IV, do lado da Rua 1º de Dezembro, defronte à loja de telecomunicações. Facto que é revoltante porque a árvore estava em bom estado fitossanitário e era um exemplar relativamente jovem.

Peço-lhe que dê conhecimento do facto ao Sr. Vereador, o qual espero que investigue o sucedido e diligencie para se reponha um lódão no local.

Melhores cumprimentos

Paulo Ferrero
»

«Exmo. Senhor
Paulo Ferrero


Ainda no seguimento da sua exposição, datada de 08.09.2008, vem o Gabinete do Vereador José Sá Fernandes (Pelouro do Ambiente, Espaços Verdes e Plano Verde) acrescentar as seguintes informações:

Que as grelhas de protecção das caldeiras das árvores foram retiradas por estarem danificadas;
Que no seu lugar foi colocada brita para evitar o excessivo pisoteio da terra da caldeira e para evitar acidentes pessoais provocados por um desnivelamento do passeio;
Que já se encontra em preparação um novo fornecimento de grelhas.


Com os melhores cumprimentos,

Rita Folgosa

Geógrafa
»

16/09/2008

Jacarandá do Rossio em perigo, JSF diz que não:



Resposta do Gab. Vereador Espaços Verdes:

«Caldeiras das Àrvores existentes na Praça D. Pedro IV (Rossio)


Exmo. Senhor
Paulo Ferrero

No seguimento da sua exposição, datada de 08.09.2008, vem o Gabinete do Vereador José Sá Fernandes (Pelouro do Ambiente, Espaços Verdes e Plano Verde), por este meio, agradecer a sua chamada de atenção para a situação das caldeiras das árvores existentes na Praça D. Pedro IV (Rossio) e informar o seguinte:

Que a cobertura das caldeiras por gravilha não provoca qualquer efeito negativo para as árvores. A gravilha trata-se de um material natural permeável e que inclusive protege a terra da caldeira do pisoteio, dada a inexistência da grelha de protecção;
Que já foi solicitado aos serviços responsáveis a reposição, logo que possível, de grelhas de protecção.

Com os melhores cumprimentos,
Rita Folgosa
Geógrafa

Gabinete do Vereador José Sá Fernandes
»

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«Atenção a jacarandá/Rossio em perigo por destruição de caldeira


Exmo. Sr. Vereador dos Espaços Verdes,
Dr. José Sá Fernandes,


Constatámos no local que a 1ª caldeira de jacarandá, da Praça D. Pedro IV/Rua da Betesga se encontra inexplicavelmente coberta de gravilha e sem a grade de protecção. Como se isso não bastasse, pelo sufoco que provocará na árvore e consequente, a médio prazo, morte da mesma, a caldeira serve agora de cinzeiro público.

Quem autorizou semelhante coisa? Não há fiscalização na zona histórica mais central de Lisboa?

Aqui fica a denúncia na expectativa dos serviços que V.Exa tutela agirem em conformidade.

Sem outro assunto, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero
»

(E-mail enviado a 8/9/2008)