P.S. Que todos os bancos de jardim sejam encarnados, por favor, já não se pode com aquele verde mortiço.
28/05/2017
Combinação linda e perfeita
24/05/2017
Mas que grandes ANIMAIS!
19/03/2017
O que fizeram no Largo do Carmo é inadmissível!
Foto: Miguel Jorge
27/11/2015
Calçada da Ajuda com árvores novas
Foram plantados 181 exemplares de Jacarandá em toda a Calçada.
No troço jusante da Calçada, existiam 48 exemplares das espécies: Choupos, Sophoras e Ailanthus. Destas foram abatidas 25 árvores e transplantadas 22, principalmente Sophoras para o alto da Ajuda.
No troço intermédio da Calçada da Ajuda, junto ao regimento de lanceiros 2, existiam 26 Braquiquitons que foram todos transplantados também para o Alto da Ajuda.
Verificou-se. assim, um cuidado das entidades envolvidas no processo no sentido de minimizar e até valorizar os efeitos da obra em apreço no arvoredo da cidade de Lisboa.
Pinto Soares
07/09/2015
28/05/2013
Afinal já se 'desbastaram' as árvores junto ao coreto do Jardim da Praça José Fontana?!!!

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Exmo. Senhor Vereador
Dr. José Sá Fernandes
Em Março de 2012 (http://cidadanialx.blogspot.pt/2012/03/jardim-pc-jose-fontanapara-que-arvores.html), chamámos a atenção de V.Exa. para uma evidência: a CML errou ao colocar jacaranás junto ao coreto do Jardim Henrique Lopes de Mendonça (Praça José Fontana).
Em causa estava a visibilidade do coreto, a qual uma vez obstruída pelos jacarandás obrigaria a podas sistemáticas, o que pode provocar danos irreversíveis nestas árvores e/ou crescimento errático. Solicitámos que fossem transplantadas, mas a resposta dos serviços que V. Exa. tutela foi: «Informamos que não se afigura adequado proceder ao transplante das referidas espécies arbóreas. Com efeito, a plantação das árvores em causa (jacarandás) foi realizada em 2010 no âmbito da obra de requalificação do Jardim e consistiu apenas na substituição de árvores que já existiam naquelas caldeiras. A espécie atual, embora de crescimento rápido, forma copas transparentes facilmente controláveis por podas. Deste modo, estas árvores não representam qualquer risco para a imagem do coreto, o qual mantém a sua visibilidade».
Passado um ano, verifica-se a situação caricata que as fotos em anexo documentam:
Junto ao coreto mas do lado da esplanada do quiosque entretanto concessionado, os jacarandás foram podados (rolados?!). Do outro lado do coreto (foto: coreto 001), sem esplanada, os jacarandás desenvolvem-se naturalmente. Independentemente da oportunidade, então, como agora, do eventual transplante e substituição dos jacarandás (a bem do coreto e a bem dos jacarandás), parece-nos que a esplanada não pode ter maior capacidade de persuasão do que o coreto.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Virgílio Marques, José Filipe Toga Soares e Fernando Jorge
06/09/2012
Nova Lei que aprova o regime jurídico da classificação de arvoredo de interesse público
Publicado a 5 de Setembro de 2012 a L 53/2012 que aprova o regime jurídico da classificação de arvoredo de interesse público (revoga o Decreto-Lei nº 28 468, de 15/02/1938).
FOTO: Jacarandá; um exemplar notável que deveria ter sido classificado mas que infelizmente foi ilegalmente, e criminosamente abatido em 2010 na Rua da Palma, 208.
04/09/2010
LARGO DO CARMO: esplanadas caóticas
13/04/2010
Arboricídio na Rua da Palma 208
17/09/2008
A propósito do jacarandá sem grelha do Rossio


«Exma. Senhora
Muito obrigado pelos esclarecimentos adicionais, que irei colocar online.
Mais informo que, inexplicavelmente, foi decepado um lódão na mesma Praça D. Pedro IV, do lado da Rua 1º de Dezembro, defronte à loja de telecomunicações. Facto que é revoltante porque a árvore estava em bom estado fitossanitário e era um exemplar relativamente jovem.
Peço-lhe que dê conhecimento do facto ao Sr. Vereador, o qual espero que investigue o sucedido e diligencie para se reponha um lódão no local.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero»
«Exmo. Senhor
Paulo Ferrero
Ainda no seguimento da sua exposição, datada de 08.09.2008, vem o Gabinete do Vereador José Sá Fernandes (Pelouro do Ambiente, Espaços Verdes e Plano Verde) acrescentar as seguintes informações:
Que as grelhas de protecção das caldeiras das árvores foram retiradas por estarem danificadas;
Que no seu lugar foi colocada brita para evitar o excessivo pisoteio da terra da caldeira e para evitar acidentes pessoais provocados por um desnivelamento do passeio;
Que já se encontra em preparação um novo fornecimento de grelhas.
Com os melhores cumprimentos,
Rita Folgosa
Geógrafa»
16/09/2008
Jacarandá do Rossio em perigo, JSF diz que não:


Resposta do Gab. Vereador Espaços Verdes:
«Caldeiras das Àrvores existentes na Praça D. Pedro IV (Rossio)
Exmo. Senhor
Paulo Ferrero
No seguimento da sua exposição, datada de 08.09.2008, vem o Gabinete do Vereador José Sá Fernandes (Pelouro do Ambiente, Espaços Verdes e Plano Verde), por este meio, agradecer a sua chamada de atenção para a situação das caldeiras das árvores existentes na Praça D. Pedro IV (Rossio) e informar o seguinte:
Que a cobertura das caldeiras por gravilha não provoca qualquer efeito negativo para as árvores. A gravilha trata-se de um material natural permeável e que inclusive protege a terra da caldeira do pisoteio, dada a inexistência da grelha de protecção;
Que já foi solicitado aos serviços responsáveis a reposição, logo que possível, de grelhas de protecção.
Com os melhores cumprimentos,
Rita Folgosa
Geógrafa
Gabinete do Vereador José Sá Fernandes»
«Atenção a jacarandá/Rossio em perigo por destruição de caldeira
Exmo. Sr. Vereador dos Espaços Verdes,
Dr. José Sá Fernandes,
Constatámos no local que a 1ª caldeira de jacarandá, da Praça D. Pedro IV/Rua da Betesga se encontra inexplicavelmente coberta de gravilha e sem a grade de protecção. Como se isso não bastasse, pelo sufoco que provocará na árvore e consequente, a médio prazo, morte da mesma, a caldeira serve agora de cinzeiro público.
Quem autorizou semelhante coisa? Não há fiscalização na zona histórica mais central de Lisboa?
Aqui fica a denúncia na expectativa dos serviços que V.Exa tutela agirem em conformidade.
Sem outro assunto, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero»
(E-mail enviado a 8/9/2008)