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26/11/2019

Publicidade ilegal no Teatro D. Maria II (MN)


À DGPC:

Exmos. Senhores

Vimos pelo presente solicitar o vosso esclarecimento sobre a legalidade desta publicidade, relativa a estabelecimento de restauração localizado no interior do Teatro D. Maria II, Monumento Nacional (Decreto n.º 16/2012, DR, 1.ª série, n.º 132, de 10-07-2012).

Na expectativa, apresentamos os nossos melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho e Nuno Caiado

22/07/2014

PUBLI-Cidade: Praça Luís de Camões

2014 (hoje)
 2013
2012
2014
Desde pelo menos 2011 que este imóvel em zona classificada recebe telões com 100% da área com publicidade - e mais grave ainda é o facto de nem sequer ter estado ou estar estar em obra! Porquê? Vamos perguntar à CML e à DGPC. O imóvel é, segundo fomos informados, propriedade da Coporggest, do grupo BES. Esta situação era impossível de acontecer em cidades como Roma, Munique, Zurique, Londres ou Paris. O atraso de Lisboa nesta matéria é uma vergonha nacional.

09/02/2014

Marc Almond: a praga anti-urbana dos «luxury flats‏»

O músico Mark Almond, numa entrevista recente, fala do terrível sentimento de "perda" que sente frequentemente na cidade que se está a construir nos dias de hoje. No Fórum Cidadania Lx compreendemos bem o problema, também bem presente na nossa Lisboa:
 
«I wake up some mornings and I feel overwhelmed with loss.»

Loss of what?
MARK ALMOND: Everything. People. My youth. The world we live in. We’re constantly losing things. The quality of our lives is being stripped away and replaced with a celebration of mediocrity. I hate it when I see old buildings being pulled down. The two words I hate most in the world are “luxury flats”! They pulled down the Gainsborough Studios where Alfred Hitchcock made so many fantastic films. There’s a Tesco there now. A Tesco and some luxury flats! Why couldn’t they have made that into a film museum dedicated to British films? It’s not about wanting to live in the past. There are lots of exciting things happening now, if you know where to look for them. But I do think we should value the past.’

So here we are in Soho, a place where you certainly have a past. At Wilton’s you sang a new song called ‘Soho So Long’. How much has it changed in the 25 years since you lived here?

MARK ALMOND: ‘It’s become a very commercialised place. You can still find the spirit of Soho here and there, but on the whole it feels very much like an imitation, a show we put on for the tourists. Soho was always a very bohemian place, full of artists and outsiders. When I first came here in my late teens, listening to songs like “The London Boys”, Soho was quite a dark, edgy place. Like I wrote on “Little Rough Rhinestones” [from the final Soft Cell album “This Last Night In Sodom”]: “The deep dark-red doorways call to a limbo of loneliness”. And a lot of that old spirit has gone. The world that inspired me has kind-of moved on in a way. Which is probably why I find myself writing about the past, or things I’ve written about so many times before.’

16/12/2009

PUBLI-CIDADE: Rua Garrett 25-35

Depois da mega-tela "Primavera-Verão" agora temos uma "Outono-Inverno". Mais um vergonhoso exemplo de Lisboa enquanto PUBLI-CIDADE. Em qualquer outra capital, civilizada, da União Europeia, a regra para as telas de protecção de obras no centro histórico é clara e igual para todos: só podem reproduzir a fachada do imóvel em obra. Em Lisboa, em pleno Chiado, na Rua Garrett, é permitido uma tela de publicidade desta dimensão. Mais: é permitido repetir o erro. Lisboa ainda sem regulamento ou sem vontade política? As instituições que devem zelar pela protecção e respeito do património classificado? O IGESPAR deu parecer positivo? A CML licenciou? Post de 20 de Junho: http://cidadanialx.blogspot.com/2009/06/publi-cidade-rua-garrett.html

06/12/2009

Restrição à publicidade nos centros urbanos vai avançar em vários municípios

Santarém, Faro ou Óbidos são algumas das câmaras que querem restringir a publicidade nos centros urbanos, uma solução que os autarcas consideram ser vantajosa para o ordenamento citadino.

Em Santarém, o regulamento deverá ser aprovado em Janeiro para passar a ser aplicado em Fevereiro ou Março, disse à Lusa o presidente da autarquia, Moita Flores. "Introduzirá muitas limitações à publicidade" em locais estratégicos de Santarém, prometeu o autarca, que lamentou o facto de a publicidade se ter transformado "na maior poluição das cidades".

Não muito longe, em Óbidos, o presidente da câmara, Telmo Faria, afirma que a vila "ainda não enfrenta" uma "poluição visual altamente caótica que se compare com outros centros urbanos". Ainda assim, promete apertar as regras de publicidade e sinalética na área de maior interesse patrimonial."Os serviços técnicos da autarquia estão a preparar um regulamento muito direccionado para o centro histórico da vila", explicou o presidente da câmara.

Em Faro, o presidente Macário Correia concorda que é "pertinente" um ajustamento na legislação sobre a propaganda político-partidária e diz que espera seguir na capital algarvia o que fez enquanto autarca em Tavira, restringindo a propaganda e publicidade no casco histórico.

Mais a norte, no Porto, a câmara aprovou em 2006 um regulamento que limita a propaganda política e eleitoral na zona histórica (zona vermelha) e propaganda política nas principais vias de circulação e zonas recentemente requalificadas (zona amarela).

Em Famalicão, o executivo liderado por Armindo Costa fez aprovar em 9 de Abril de 2003 um regulamento que dá poderes à autarquia para "salvaguardar o indispensável equilíbrio entre a actividade publicitária e as exigências ditadas pelo interesse público como sejam, nomeadamente, a segurança, a estética e o enquadramento urbanístico e ambiental".

O politólogo Pedro Magalhães, disse desconhecer qualquer estudo português sobre a real eficácia dos cartazes eleitorais e defende que nem os partidos sabem se esse tipo de mensagem resulta. "Os partidos não sabem se traz vantagem, mas se os outros colocarem e eles não, perdem em notoriedade e visibilidade, pelo que acabam por entrar nisso. Mas, para os grandes partidos, o efeito final é capaz de ser nulo", observou.

O problema subsistiria, porém, para as pequenas formações partidárias, com menor acesso aos media, concluiu. Já Rui Berkemeier, da organização ambientalista Quercus, diz ser "óbvio" que a publicidade e a propaganda eleitoral sobre a forma de outdoors devem restringir-se "em sítios mais sensíveis".

No caso dos "outdoors" comerciais, João Carlos Oliveira, antigo presidente da Associação Portuguesa Publicitários, adverte que uma restrição generalizada do seu uso acabaria por ter reflexos negativos para as próprias autarquias, em termos de perda de taxas. Segundo o publicitário, há autarquias que cobram metade do custo global do "outdoor". in PÚBLICO, 4-12-2009

Foto: telão de publicidade da Renova, licenciado pela CML para um periodo de 3 meses num edifício pombalino do Rossio (IIP).

20/10/2009

MONUMENTO NESTLÉ



O que têm em comum a Praça do Comércio, a Praça da Figueira, o Largo do Calhariz e a Estação do Cais do Sodré? Não, não é só o serem todos imóveis classificados pelo Estado Português. Todos têm um «Monumento Nestlé». A imagem mostra o quiosque que aterrou junto ao Padrão dos Descobrimentos na zona monumental de Belém (do outro lado existe um quiosque da "Olá", igualmente kitsch e de mau gosto). As marcas de gelados, tal como as de cerveja, estão cada vez mais agressivas nas suas campanhas de marketing e publicidade. Equipamentos muito intrusivos como estes quiosques exigem novas regras da parte do Pelouro do Espaço Público da CML.

10/04/2009

ST JAMES PARK versus JARDIM DA ESTRELA


Exactamente a mesma situação, isto é, dois quiosques para serviço de cafetaria em jardins históricos de duas capitais da UE: Londres e Lisboa. Em Londres as regras são muito claras:

- o quiosque tem de ser construído à base de materiais naturais e recicláveis de forma a ser pouco intrusivo no espaço natural

- é proibida publicidade no quiosque (nem mesmo uma pequena bandeira ou autocolante)

O quiosque londrino que se vê na imagem foi fotografado no St James Park mas em todos os outros espaços verdes se segue um design igual ou idêntico. Quanto ao menu, tem qualidade, é criativo e priveligia, orgulhosamente, os produtos e marcas nacionais.

Em Lisboa ficamos sem perceber quais são as regras: no Jardim da Estrela, que é a jóia da coroa dos jardins históricos municipais, não só se permite publicidade no quiosque e sua envolvência, como este vai ao cúmulo de ter a forma do logotipo de uma marca internacional de gelados! Quanto aos materais e design, enfim, o objecto fala por si. Em relação ao menu, estamos falados. Passados mais de 20 anos na UE, a capital portuguesa ainda gosta de lamber a mediocridade sentada numa cadeira de plástico.

16/03/2009

«PUBLI-CIDADE»: R. do Ouro torneja R. do Carmo

«GRÁTIS»? Nada é grátis. Para que você «receba grátis o 2º par», esteve a fachada de um prédio pombalino desfigurado com 2 telas de publicidade. Durante algumas semanas as telas taparam a fachada de um prédio classificado no gaveto da Rua do Ouro / Rua do Carmo. Eram ilegais? Se não, como foi possível licenciar isto? Quando um imóvel é classificado de «Interesse Público» isso quer dizer o quê? Lisboa está à beira de se tornar na «publi-cidade» da União Europeia. A continuar assim é melhor esquecer a classificação da Baixa-Chiado a Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.

16/02/2009

ESPECIALIDADES DO TERREIRO DO PAÇO: «OBRAS»


Será que ninguém vê o absurdo que é continuar com a campanha "Aos Domingos o Terreiro do Paço é das Pessoas" agora que a praça se encontra em obras profundas? Será que não há ninguém no actual executivo da CML que tenha bom senso? E os partidos da oposição vão tolerar isto? Até quando é que vão sujeitar a Praça do Comércio e os cidadãos a estas indignidades? Estas imagens absurdas são da última edição do "Aos Domingos o Terreiro do Paço é das Pessoas" - uma ideia que, apesar das boas intenções, é desastrosa para a imagem da capital em geral e da Praça do Comércio em particular.

ESPECIALIDADES DO TERREIRO DO PAÇO: « O Pançudo da Bifanas »



Depois da barraca das «Porras & Churros» agora temos o «Pançudo das Bifanas». Que outra capital da Europa faz isto à sua mais nobre e monumental praça?

28/01/2009

CRITÉRIOS DA BAIXA: Praça da Figueira, 6B-6C


De acordo com a informação que me foi enviada pela CML no dia 30 de Dezembro de 2008, estes equipamentos de publicidade foram instalados ilegalmente, pelo que os serviços municipais procederão em conformidade, promovendo a instauração do respectivo processo contra ordenacional e notificando os responsáveis para procederem à respectiva remoção.
Também o IGESPAR em resposta datada de hoje, dia 28 de Janeiro, confirmou a ilegalidade destes equipamentos e informou que foram pedidos esclarecimentos à Câmara Municipal de Lisboa, através do ofício nº 149/2009, de 15 do corrente.

Ontem ao final da tarde, e quase 6 meses após a sua aparição ilegal, os reclames ainda iluminavam... Em Lisboa o crime compensa? O que diriam os técnicos da UNESCO soube esta ocorrência (nada inédita!) em pleno coração da zona a classificar como Património Mundial da Humanidade?

Nota: para ver o nosso primeiro alerta clik no título

LISBOA: FEIA, PORCA E MÁ - 3

Enquanto se espera pela demolição integral (já aprovada pela CML) dos interiores deste prédio do Arquitecto Ventura Terra, aproveita-se para o vestir de umas roupagens de publicidade que rendem uns bons trocos aos proprietários, e à CML. Entretanto as últimas vestes de prostituta forçada foram violentamente esfarrapadas pela mãe natureza no passado fim de semana... As mega telas publicitárias que cobrem dezenas de fachadas de edifícios da Avenida da República são uma das maiores provas de terceiro mundismo da nossa capital.

24/01/2009

LISBOA: FEIA, PORCA E MÁ - 1


Avenida de Berna. Ou melhor, o que se consegue ver dela. É este o resultado desastroso da exploração comercial das fachadas de imóveis em arruamentos com grande visibilidade. A arquitectura da cidade é negada aos cidadãos por pura ganância de algumas marcas e puro desleixo e desinteresse da CML. A última vez que vi telões desta dimensão foi em Bangkok. No resto da europa comunitária já há muito que não é possível obter licença para este tipo de publicidade. As fachadas são a parte pública dos imóveis -pertencem a todos, pertencem à cidade. O imóvel de gaveto com a Avenida da República foi mesmo seleccionado para a Carta Municipal do Património / PDM! E no gaveto oposto existe um palacete classificado de Imóvel de Interesse Público! Até quando estes sinais embaraçantes de terceiro-mundismo? Lisboa: Feia, Porca e Má.

31/12/2008

«Natal é quando os patrocínios quiserem»


Para nunca esquecer o que foi feito no Natal de 2008. A prenda de Natal envenenada da TMN & CML. Bom ano de 2009!

28/12/2008

«NATAL É QUANDO OS PATROCÍNIOS QUISEREM»


Alguém consegue ver onde está a estátua equestre do rei D. José I? Graças à TMN & CML, a estátua passou a ser um objecto tímido e a mais na praça. Negou-se ao monumento a sua posição indiscutível na praça. Desde Novembro que está, literalmente, apagado da sua função de marco central do conjunto monumental da Praça do Comércio. Durante dois meses são as 24 mega bolas publicitárias da TMM que estão no centro daquele placo urbano. «O Natal é quando os patrocínios quiserem». E os monumentos? Os monumentos são monumentos 24 horas por dia e 365 dias por ano. Os cidadãos não podem aceitar interrupções na vida dos monumentos apenas porque a publicidade assim o deseja.

24/12/2008

«NATAL É QUANDO OS PATROCÍNIOS QUISEREM»

«Natal é quando os patrocínios quiserem» - Não, não é uma declaração de um membro do executivo da Câmara Municipal de Lisboa, mas sim o título de um artigo na revista Time Out Lisboa (10-16 de Dezembro de 2008). Feliz Natal Praça do Comércio! Feliz Natal estátua equestre de D. José I! Feliz Natal Baixa Pombalina! Feliz Natal Comissão Nacional da UNESCO, Feliz Natal IGESPAR! Feliz Natal Dr António Costa! E até ao Carnaval!

22/12/2008

ROSSIO: o mega cenário autista da «Jogos Santa Casa» (resposta do IGESPAR)



Mais algumas imagens das insensíveis «Decorações de Natal» que a Jogos Santa Casa e a CML prepararam para desfigurar o Rossio até Janeiro. E, afinal, esta gigante construção kitsch que tapa completamente a base do monumento a D. Pedro IV, não teve parecer do IGESPAR/Ministério da Cultura. Eis a resposta do IGESPAR ao nosso pedido de esclarecimentos:

«Exmo. Sr.

Em resposta ao seu email, informo que não deu entrada neste Instituto qualquer pedido de parecer sobre as decorações de Natal a que se refere. No entanto, solicitámos informação à Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo.

Com os melhores cumprimentos,

Cíntia Pereira de Sousa

Assessora da Direcção

IGESPAR, IP»

Nada de novo. Mais um exemplo da República das Bananas? E agora? Os responsáveis pela classificação e salvaguarda dos Monumentos Nacionais vão fazer respeitar a lei? As fotos provam que apesar dos protestos - e até da irregularidade da falta do parecer obrigatorio do IGESPAR - ainda ninguém se levantou da cadeira para defender os monumentos e fazer cumprir a Lei do Património. Não há a menor dúvida a quem pertence a Baixa durante o Natal. Quem estiver interessado em protestar junto da Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo, poderá usar o seguinte e-mail: geral@drclvt.mc.gov.pt

12/12/2008

CRITÉRIOS DA BAIXA: Praça da Figueira, 6B-6C


Demos todos as boas vindas aos novos reclames luminosos desta nova loja na Praça da Figueira!
Numa praça classificada IIP, «Em Vias de Clasificação» para Monumento Nacional, e parte integrante da BAIXA POMBALINA, candidata a classificação pela UNESCO!
São estes os critérios de gestão da BAIXA? É com estes exemplos que queremos convencer a UNESCO que estamos sérios quanto à candidatura da BAIXA a Património Mundial da Humanidade? Isto é ilegal? Foi licenciado pela CML? Foi aprovado pelo IGESPAR? O que é que se passa?