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26/02/2020

O Nocas Café no Campo das Cebolas


Chegado por e-mail:

«Boa tarde,

Quero dar-vos conhecimento de mais um cafe de bairro, modesto, que se vai perder. O Nocas Café no Campo das Cebolas.

https://www.google.com/maps/place/Noca's+Caf%C3%A9/@38.7090799,-9.1312768,21z/data=!4m13!1m7!3m6!1s0xd19347132b75a99:0x980371b43355e80c!2sCampo+das+Cebolas,+Lisboa!3b1!8m2!3d38.7087856!4d-9.1309565!3m4!1s0xd193476d3b755c1:0x16949f8dfd104626!8m2!3d38.709037!4d-9.1313774

Os senhores têm ordem de despejo até ao fim do mês.

Creio que o hotel /aparthotel poderia subsistir com o cafezinho de bairro, mas a visão é curta.

Cumprimentos

Ana Luisa Gomes»

31/03/2015

Votos de sucesso à Pastelaria Mexicana / Carcassonne


Exmos. Senhores


Permitam-nos que vos remetamos os nossos parabéns pela anunciada aquisição da Pastelaria Mexicana, ex-libris da Avenida de Roma/Praça de Londres.

Desejamo-vos o maior sucesso, certos de que o vosso sucesso será o sucesso daquela zona, que carece de uma revitalização urgente a nível do seu comércio, que precisa de um comércio de qualidade, atento, imaginativo, preparado e de uma Pastelaria Mexicana que contribua decisivamente para esse desiderato.

Aproveitamos para vos relembrar que a Pastelaria Mexicana é Monumento de Interesse Público desde 2014, conforme despacho publicado em Diário da República, II Série, nº 71, de 10 de Abril, e que, portanto, qualquer intervenção ou alteração física a esta “obra total” (inclui toda a decoração e todo o mobiliário de origem) deverá ser objecto de um projecto de arquitectura a submeter à aprovação prévia da CML e da Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC).

Muito gostaríamos de incluir futuramente a Pastelaria Mexicana no Círculo das Lojas de Carácter e Tradição de Lisboa (http://circulolojas.org), iniciativa recentemente lançada pelo Fórum Cidadania Lx, mal observe os pressupostos previstos naquele.


Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel Atanázio Carvalho, António Araújo, Fernando Jorge, Jorge Santos Silva, Jorge Pinto, Rui Martins, Miguel de Sepúlveda Velloso, Pedro Formozinho Sanchez, Alexandra Maia Mendonça, Pedro Janarra, Paulo Lopes, José Filipe Soares, Luís Marques da Silva, Beatriz Empis, Pedro Henrique Aparício, Carlos Moura Carvalho, Maria do Rosário Reiche

C.c. CML, DGPC, AML, JF Areeiro, Media

17/10/2013

Comércio de proximidade e regeneração urbana - entrevista na Hipersuper


Bom Dia.

Tomo a liberdade de enviar anexo que tenta focar a actualidade do “nosso” Comércio (aproveitando a divulgação do estudo efectuado).

Falar do tema e ter “espaço” para tal, é cada vez mais um achado no nosso país e na nossa imprensa.

Saudações
João Barreta

11/10/2013

Bairro Azul - O comércio do bairro está a renascer!


Chegado por e-mail:

«Dezenas de moradores e comerciantes do Bairro Azul voltaram a chamar a atenção da Câmara Municipal de Lisboa (CML) para a situação do comércio deste bairro tradicional onde existem cerca de 100 estabelecimentos, 20 dos quais ainda encerrados.

Em e-mail enviado à CML, referem que nos últimos meses é visível uma revitalização do comércio do Bairro, com a abertura de diversas lojas de qualidade. No entanto, para dar nova vida ao comércio do Bairro Azul, moradores e comerciantes consideram que é necessário que a CML continue a investir na requalificação do espaço público do Bairro e na sua divulgação.

De entre as propostas apresentadas à CML foi solicitada, já para este Natal, a instalação de iluminações nas árvores do Bairro, como forma de atrair ao Bairro mais pessoas, nomeadamente os turistas que se alojam na sua periferia e se deslocam a pé para a Fundação Gulbenkian, Parque Eduardo VII, etc.

Para que o Bairro se torne, de novo, um local agradável para visitar, onde apeteça vir passear e fazer compras, os moradores e comerciantes solicitam também à CML que reforce a limpeza e o arranjo dos passeios e das ruas do Bairro. Apoiar os comerciantes ao nível das obras a realizar nos seus estabelecimentos e na melhoria das esplanadas é também outra das propostas apresentadas à CML, sugerindo-se a instalação de modelos de mobiliário urbano que reforcem o carácter Art Déco deste bairro “Zona 30”, classificado desde 2009 como Conjunto Urbano de Interesse Municipal.

A Comissão de Moradores do Bairro Azul»

09/09/2013

Bairro das Colónias, mais uma padaria em risco:

Do Blog «Bairro das Colónias»:

«Padaria da Rua do Forno do Tijolo 26-B

Hoje divulgamos algumas fotografias da padaria da Rua do Forno do Tijolo 26-B que um amigo nos fez chegar (obrigado FJ). Encerrada, logo em risco. Já sobre ela escrevemos. Estas imagens apenas nos despertam mais a atenção para o seu interior único e insubstituível, e apelam à urgência das entidades responsáveis, neste caso os serviços municipais, para que se debrucem seriamente sobre tais casos em perigo.

Lisboa só está nos tops turísticos porque ainda é isto mesmo: autêntica, única e insubstituível. Quando as características que a individualizam forem destruídas, rapidamente perderá o interesse.»

13/05/2013


«Para assinalar o relançamento do melhor Centro Comercial ao Ar Livre de Lisboa, situado na Avenida Guerra Junqueiro e na Praça de Londres, no próximo dia 6 de junho, até à meia noite, vai ocorrer uma muito especial - OPEN NIGHT - com passagens de modelos, cocktails, fados, música ao vivo, exposições de fotografias, uma Flash Mob, uma Oyster's Party, descontos especiais, promoções diversas, incluindo em viagens, rastreios de saúde, petiscos, tapas, provas de vinhos e muita muita cor. As lojas vão estar abertas até à meia noite com muitas e muitas surpresas à sua espera.

Um evento integrado nas Festas de Lisboa! Uma noite inesquecível!!

A não perder!»

14/03/2013

Comércio de proximidade


Por João Barreta, in Jornal Arquiteturas:


Pensar a regeneração urbana do centro das urbes sem pensar o comércio de proximidade aí instalado poderá constituir-se como um exercício contraproducente. Para além do risco de existir quem enverede pela discussão de conceitos, seja ao nível das políticas urbanas, seja das definições daquilo que se relaciona com a atividade económica – comércio, a tendência para se discutir a forma e descurar conteúdos deve ser evitada.

O estudo “O Comércio de Proximidade”, elaborado no âmbito da iniciativa “Fazer Acontecer a Regeneração Urbana”, promovida pela CIP, visa, também, despertar consciências, promover decisão política, construir medidas, desburocratizar processos, despoletar ação, desencadear intervenção, solucionar problemas, quase arriscaria … regenerar mentalidades.

Que o comércio faz parte da razão de ser das cidades, que estas falam a linguagem do comércio ou que este se constitui como o embrião da vida urbana, já poucas dúvidas suscitará, pelo que este projeto, mais do que uma oportunidade para contribuir para a regeneração do centro das urbes, a modernização, dinamização e animação do comércio de proximidade, constituir-se-á, antes de mais, como o reconhecimento, a valorização e a otimização de uma vocação que lhes está inerente, desde que há memória.

O comércio como setor de atividade económica justificará que os poderes e/ou parceiros públicos acompanhem a dinâmica evidenciada por atores privados, facilitando a instalação, regulando o funcionamento, acompanhando a atividade, incentivando o empreendedorismo, fomentando a inovação, promovendo a criatividade, enfim, reconhecendo-lhe importância e o seu papel estratégico na economia local, regional e nacional.

É sabido que ao comércio instalado no centro das urbes são, geralmente, associados constrangimentos de diversa ordem e magnitude.

Do lado dos constrangimentos endógenos deparamo-nos com realidades como a pequena dimensão das empresas, o predomínio de estabelecimentos de reduzida dimensão, o forte peso dos métodos (de venda) tradicionais, a gestão familiar com pouco recurso às “ferramentas” de marketing, publicidade, merchandising, etc…, a escassa utilização das potencialidades oferecidas pelas novas tecnologias (softwares informáticos de gestão, bases de dados, Internet, etc…), a desadequação dos horários de funcionamento, o fraco grau de participação/adesão a formas de associativismo, etc…

No caso dos exógenos, apontam-se, entre outros, constrangimentos como a ausência de política pública para o “setor” do comércio de proximidade, a inexistência de programas integrados de regeneração urbana que contemplem igualmente as atividades de comércio e serviços, o estacionamento público deficitário, a concorrência intensa e acrescida por parte de outros formatos com novas “valências comerciais” – centros comerciais/grandes superfícies, a emergência dos formatos discount e/ou as disfunções do mercado de arrendamento.

A inexistência de uma política pública para o setor, fosse ela emanada da administração central ou local, contribuiu de forma definitiva para uma crescente desertificação dos respetivos espaços comerciais, com o encerramento das pequenas empresas de comércio, instalados no centro das urbes, causa e/ou consequência, também, do esvaziamento populacional dos centros urbanos que por razões diversas se deslocaram para zonas residenciais na periferia das cidades.

Neste âmbito os erros do passado constituem-se como uma das principais fontes de aprendizagem para que se contemple a vertente da atividade económica - comércio e serviços, no planeamento e ordenamento das cidades, reconhecido que é o papel do setor e do comércio de proximidade na definição de políticas públicas para a cidade e para os seus centros históricos.

João Barreta é o autor do estudo "O Comércio de Proximidade". O autor escreve, por opção, ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

29/12/2012

O Comércio de Proximidade


Estudo diagnóstico elaborado pela CIP - Confederação Empresarial de Portugal, no âmbito da iniciativa Regeneração Urbana. Analisa a evolução histórica do comércio de proximidade em Portugal, a sua caracterização e distribuição geográfica, passando também por uma caracterização do comércio na União Europeia.

De destacar os 10 princípios apresentados com vista à “regeneração” do comércio de proximidade, onde se estabelecem os princípios que poderão viabilizar o comércio de proximidade, como “formato” comercial, mas também, e essencialmente, como ferramenta fulcral num processo mais integrado de regeneração urbana do centro das urbes, e os exemplos de experiências em curso apresentados - EUA, Inglaterra e Portugal (Bragança, Porto, Figueira da Foz, Lisboa, Coimbra, Portalegre e Viana do Castelo).

Em ano de eleições autárquicas e relativamente à cidade de Lisboa, que nos últimos anos tão fustigada e mal tratada tem sido pelo actual executivo municipal, é tempo de parar de experimentalismos e de com humildade olhar para este e outros trabalhos que apresentam propostas e apontam caminhos para uma cidade mais sustentável, em vez de se andar a querer "inventar" propostas eleitorais.

Consultar aqui o estudo diagnóstico.

Relativamente à iniciativa Regeneração Urbana, podem ser consultados no seu site, diversos estudos, propostas e documentos, que merecem uma leitura atenta, de onde destaco as Propostas que a CIP apresenta ao País, orientadas para FAZER ACONTECER A REGENERAÇÃO URBANA, face à actual situação da economia portuguesa, do mercado da construção e do imobiliário e tendo presente a degradação dos edifícios que constituem o património das cidades.