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02/06/2022

Azulejos de proveniência duvidosa continuam à venda na Feira da Ladra - pedido à CML

Exmo. Sr. Presidente da CML
Eng. Carlos Moedas,
Exmo. Sr. Vereador da Cultura
Dr. Diogo Moura


CC. AML e Agência Lusa

Sábado passado, constatámos que sete “bancas” da Feira da Ladra tinham azulejos antigos à venda a um euro!

Isto com elementos da Polícia Municipal e fiscais da CML a percorrer a pé toda a feira.

Há anos que esta prática existe e continua, apesar de toda a protecção legal, nacional e local, do património azulejar e apesar do S.O.S. Azulejo.

Acreditamos que a CML continua a ter um papel central no combate eficaz a esta chaga, agindo também por via indirecta.

Nesse sentido, solicitamos a V. Exas., para que a CML passe a proibir a venda de azulejos no espaço sob licenciamento camarário, recusando emitir licenças aos feirantes da Feira da Ladra se os azulejos em venda forem usados.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Rui Pedro Martins, Bernardo Ferreira de Carvalho, Miguel de Sepúlveda Velloso, Ana Celeste Glória, Miguel Atanásio Carvalho, Sofia de Vasconcelos Casimiro, Odete Pinto, Miguel Jorge, Inês Beleza Barreiros, António Araújo, Helena Espvall, Carlos Boavida, Filipe Teixeira, Bruno Rocha Vieira, Rossella Ballabio, Maria Ramalho

21/09/2017

Há mais azulejos na Avenida Infante Santo


Novo conjunto de azulejos na Infante Santo, da autoria de add fuel (Diogo Machado), inaugurados ontem. (foto de Fernando Correia de Oliveira)

08/09/2017

Boa, CML, JF Sta. Maria Maior e Museu do Estuque!


Há que elogiar aqui o bom trabalho da CML e da JF Santa Maria Maior no que toca a muitas das intervenções no espaço público (por exemplo, no piso/calçada de várias das ruas de Alfama e Mouraria) mas no capítulo do arvoredo o bom tem sido esmagado pelo péssimo, deprimente e chocante (podas dos jacarandás no Carmo, paradas in extremis; poda da bela-sombra no Limoeiro, etc.). Mas fico particularmente satisfeito com a recuperação do lago e de todo o miradouro de Santa Luzia, e ver que, FINALMENTE, os azulejos do miradouro estão a ser recuperados! (foto do Museu do Estuque). Mto.obrigado.

18/08/2017

(autoria: Rosa Pomar​)

07/06/2017

Mural de azulejos (século XVIII) em perigo / Rua São Filipe Nery


Este mural de azulejos do mural de azulejos do século XVIII está em perigo. Alguém da CML pode ir lá fiscalizar?? Trata-se do edifício da Venerável Ordem Terceira da Penitência de S. Francisco, a Jesus (Palácio dos Guiões), que está em obras para requalificação do lar que ali funciona... (fotos: André Barragón e Ferreira Build Power)

11/01/2016

Lisboa, Capital do Azulejo: Escadinhas da Saúde



Mais um caso de destruição por furto - e por desleixo do proprietário - de azulejos de fachada no nº 6 das Escadinhas da Saúde. É urgente preencher as inúmeras lacunas existentes para se travar a queda  e o furto de mais azulejos. O PISAL da CML já foi informado deste caso.

30/03/2015

Lisboa, Capital do Azulejo: Av. Almirante Barroso





Mais um prédio com fachada de azulejo em mau estado de conservação. Vários azulejos têm caído na via pública... e outros estão a ser roubados, com facilidade, devido às grandes lacunas. 

12/03/2015

Lisboa, Capital do Azulejo: Rua Cidade da Horta





Temos assistido à instalação, um pouco por toda a cidade histórica, de novos dispositivos de publicidade por parte de 2 marcas de cerveja.

Estes dispsoitivos, em metal, são afixados às fachadas dos imóveis com parafusos, sem a devida consideração pelo património. São afixados em cima de cantarias e azulejos.

Na Rua Cidade da Horta 51-53, num edifício com fachada revestida de azulejo de qualidade, foram aparafusadas duas destas placas.

Já por diversas vezes solicitámos à CML que informe os cidadãos se este tipo de "reclames" são legais e/ou se tem emitido licenças - mas até à data não houve qualquer resposta ou esclarecimento. 

Entretanto, estas marcas de cerveja (assim como outras marcas de refrigerantes e etc) continuam impunemente a destruir o património, contribuindo também para a poluição visual do ambiente urbano de Lisboa.  

07/03/2015

Lisboa, Capital do Azulejo: R. Capitão Renato Baptista 1



Um cenário cada vez mais frequente: azulejos de fachada caindo para a via pública por falta de manutenção, furto..