Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

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04/11/2013

Feira Popular de regresso a Lisboa


In TSF (4.11.2013)

«A Câmara de Lisboa já escolheu uma nova localização para a Feira Popular. O regresso da Feira tinha sido prometido por António Costa.[...]

Dez anos depois do encerramento da Feira Popular em Entrecampos, a Câmara de Lisboa vai criar uma nova feira.[...]

O Parque da Bela Vista, Monsanto ou o Jardim do Tabaco foram alternativas apontadas mas, para já, a câmara não revela qual o espaço escolhido.»

...

Mais uma boa notícia, ultimamente, andamos cheios delas, ufa.

9 comentários:

Anónimo disse...

No Jardim do Tabaco? Nem o casino lá coube quanto mais uma feira popular. Ou será para o pessoal dos cruzeiros que vai chegar ao terminal de um dos arquitectos do regime ir conhecer as diversões tugas?

Anónimo disse...

Em Monsanto? Para dar cabo do que resta? E isto é um BOA NOTÍCIA?!

Anónimo disse...

é boa noticia se NÂO FOR EM MONSANTO.

que raio de gente idiota, como é possível ainda tomarem Monsanto alternativa? vão deixar toda a zona cheia de lixo

Anónimo disse...

Porque não na Quinta da Matinha, junto ao rio Tejo, delimitada a norte,pela Av. Marechal Gomes da Costa, a sul, pela Rua da Matinha, a nascente, pela via da Cintura do Porto de Lisboa e a poente, pela Rua do Vale Formoso de Baixo.

Pinto Soares

Julio Amorim disse...

Também sou da opinião que o Monsanto é para árvores, flores, formigas e etc.

Anónimo disse...

Primeiro devo dizer que é positivo que se faça uma nova feira, de preferência tipo "luna park" ou seja inserida num parque que deve ser criado de propósito para o seu enquadramento (em tempos houve um projecto desse tipo para os terrenos ao lado do Jardim zoológico).
Criando um novo parque de raíz, (sem estragar os
poucos existentes que têm sido atafulhados de
pretensas e duvidosas animações, negócios, espetáculos, etc.) é realmente uma mais valia para a
cidade que ganha um novo parque e uma feira
moderna e bem pensada, que criará mais postos de
trabalho e arejará o espírito deprimido dos
Portugueses.
As propostas feitas são para enganar e destruir o
espaço livre existente, não vão as pessoas terem paz e
ou poderem reunir-se em campo aberto, etc.
Monsanto, Bela Vista (rock 'rio foi o cavalo de tróia
destruidor do parque e das encostas que dão para a
Av. Gago Coutinho, estas terão de ser rápidamente
consolidadas...a CML vai gastar um dinheirão) quant ao jardim do Tabaco é também anedótico. Muito se
poderia dizer sobre esta farsa.
Assim, dos terrenos com alguma dimensão em Lisboa, que pudessem comportar este tipo de actividades, sem
estragar nada pré-existente e pelo contrário poderiam valorizá-lo sobremaneira, era realmente o terreno da
Matinha.Desta forma concordo com sugestão do sr. Pinto Soares.
1- terreno de aterro (sujeito a inundações e sismos)
pode ser um contratempo para uma feira seria melhor
num terreno seguro, no entanto a CML aprovou a F.
champalimaud, quer fazer a aberracção da F. EDP em
cima do Museu da electricidade, aceitou o hotel altis,
etc.) altamente contaminado devido à indústria pesada
que ali esteve - conquista ao Rio Tejo, que
deveria reverter para a CML (ver contracto da ex-crge
salvo erro art. 77) quando deixasse de cumprir a função
para o que tinha sido criado e cedido.
Desta forma apesar destas caracteristicas e à semelhança de parques de diversão da Dinamarca e
Suécia (tivoli), seria uma solução inteligente para todos
os intervenientes, Lisboetas e turistas. Ao lixiviarmos o terreno (tal como Londres fez com o recinto para as
últimas Olímpiadas, onde a população não deixou
construir o que estava previsto, mais habitação - bolha...) e criarmos um parque de raíz, este ajudará a
um melhor enquadramento- EXPO e os pretensos jardins de Braço de Prata ( que assim já tinham jardim
Perto) vão necessitar se forem para a frente com o projecto do pato bravo .

Esta localização pode potenciar uma área desportiva junto ao Rio e ligações com uma eventual "cidade de cinema/estúdios do lado oposto do Rio.

Mesmo que um dia venha um sismo ou maremoto grande, pode ser já pensado nesse sentido e é mais fácil reconstituir um equipamento deste tipo do que lidar com 15000 famílias destruídas, já vão chegar as da expo e do braço de prata e os coitados de Alcântara que foram bem enganados.

Ponham toda a gente a imaginar e propor um parque novo ali e pressionem a CML, não só salvam os 3terrenos que eles pretende encapotadamente destruir, mas salvam 15000 possíveis famílias de pagarem para morrer lentamente com cancros, problemas renais e o menos mau -asma. Para além disso resuscitam uma parte importante da cidade e permitem a continuação do arejamento da encosta que está por trás.

Sim, porque se virem o mirabolante plano assinado pelo sr. Presidente (v.Salgado saiu para não assinar) estão previstas 4torres no corredor reservado à 3a travessia do Tejo. Gente séria é outra coisa.

Concordo 100% com o Sr. Pinto Soares e o Bes devia-lhe dar um presente se ele conseguisse convencer a CML, pois seria uma saída airosa para um grande embrulho económico, ambiental, social e infelizmente criminal.

Wolf disse...

Então no parque da bela vista nem se fala. Se durante o rock in rio já é uma confusão nesta zona, com a feira popular nem se pode cá estar. E para não falar no estrago que vai fazer neste parque.

jac disse...

E que tal uma feira popular de Lisboa, fora de Lisboa?
Assim já não incomoda ninguém (de Lisboa é claro) e não se estraga nada.

Anónimo disse...

Mas agora a revelação do local onde vão colocar a feira é um segredo a anunciar pelo Costa, sem ter havido (que eu saiba) qualquer discussão pública sobre o assunto???

Chegámos à Madeira???