Esteja atento às várias iniciativas em perspectiva:

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28/11/2013

E os passeios no Areeiro ERAM assim:


Pois este piso já era, já foi. Agora há uma coisa chamada Plano de Acessibilidade Pedonal (nada contra tal ideia, designação e objectivos finais) e a calçada portuguesa não faz parte dele salvo em zonas turísticas. O Areeiro tem autoria de nomes como Cristino da Silva, e deve parecer mal tratar o Areeiro com dignidade, devem pensar alguns.


Foto: Estúdio Horácio Novais (fonte: Malomil)

6 comentários:

Carlos Medina Ribeiro disse...

Toda esta calçada junto ao antigo posto do Arquivo de Identificação (Lado Sudeste) foi danificada por causa da sua utilização como parque de estacionamento.
Note-se que já era autorizada a passagem de carros para garagens.
Ao longo dos muitos anos que por lá passei (inúmeras vezes e às mais diversas horas), apenas vi a EMEL a actuar uma única vez.

Manuel Marques disse...

Vergonhoso!

A acrescentar a isto estão os horrorosos candeeiros em palito que lá foram colocados. Não consigo perceber o caminho que está a seguir esta cidade!

Anónimo disse...

Enquanto se continuar a votar em gente que não tem palavra, ou pior, só porque "são dos nossos" (quando, por vezes, apenas se simpatiza com determinado partido...) isto não tem remédio. Quantos dos que votam conhecem os vereadores eleitos em Lisboa? Pois é... depois queixam-se o resto dos dias dos mandatos!
José Honorato Ferreira

Carlos Medina Ribeiro disse...

A propósito de "votar":
Este assunto não deveria ter sido debatido nas eleições autárquicas?

Se sim, o que disseram os candidatos?

Se não, o que fizeram a Comunicação Social (incluindo, por extensão, os cibernautas)? Ou só agora é que acordaram?!

Carlos Medina Ribeiro disse...

Neste largo do Areeiro, o desaparecimento da calçada portuguesa deu-se nos cantos sudeste e sudoeste.
Mantém-se nos outros 2 cantos (nordeste e noroeste), e teria muito gosto em poder enviar-vos fotos do estado actual dos passeios (fotos desta manhã, em que se vê que as pedras que vão saltando são substituídas por "chapadas" de cimento...).

Anónimo disse...

Bem, resta saber quais são as "zonas turísticas" em Lisboa... não me parece um conseito evidente nem fácil de delimitar no mapa!

Ainda assim, não percebo porque é que os meros "cidadãos" por oposição aos "visitantes", não têm direito a usufruir desta bela arte de pavimentar, única e identitária da nossa cidade!

Cumps.
f.