Foto: aspecto das bancadas de venda de artesanato na Rua Augusta em Julho de 2007 - artesãos com boas intenções mas instalados em local inadequado. Se a CML tivesse Urbanismo Comercial para a Baixa este tipo de ocupação nunca teria acontecido, logo não estariamos com esta questão para resolver. Os artesãos têm razão em reclamar... mas a CML também tem razão em não querer voltar ao cenário que se vê na foto.
31/01/2010
Regresso deste cenário à Rua Augusta?
Foto: aspecto das bancadas de venda de artesanato na Rua Augusta em Julho de 2007 - artesãos com boas intenções mas instalados em local inadequado. Se a CML tivesse Urbanismo Comercial para a Baixa este tipo de ocupação nunca teria acontecido, logo não estariamos com esta questão para resolver. Os artesãos têm razão em reclamar... mas a CML também tem razão em não querer voltar ao cenário que se vê na foto.
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8 comentários:
preferia o cenario da foto, do que o cenario actual, que é este troco da rua completamente vazio e às moscas.
antes tinha vida, agora é um espaço inutil
no outro dia esse espaço estava transformado em parque de estacionamento.
Em suma... só o FJorge é que nao tem razão.
Artesanato chinês da melhor qualidade...
basta de feiras de quinquilharia & junk & pseudo artesanato nas ruas do centro histórico de Lisboa!
o que é facto é que o comércio é uma das forças anímicas de qualquer cidade e, além do respeito que qualquer comerciante merece (e que neste processo não existiu), esta actividade promovia uma vivência mais diversificada e interessante neste espaço urbano - alguém perguntou a opinião dos turistas?. Agora temos uma rua limpinha, é o urbanismo saloio para quem a cidade é antes de mais um cenário!
Se um mercado de artesanato existe durante 25 anos sem subsídios só pode significar que os lisboetas e os turistas aprovam a sua existência frequentando-o e comprando nele.Um mercado diário tem que ser formado por vendedores de artesanato.Um artesão tem de estar na sua oficina a produzir.A qualidade de um mercado de rua depende de um projecto bem estruturado e devidamente fiscalizado.Só me resta perguntar se as pessoas que ali vejo há tantos anos a lutar com sucesso pelo seu posto de trabalho tiveram essa oportunidade antes do despejo.E a cidade deve ou não ter, num espaço tendencialmente caro , locais populares que impeçam a transformação da praça do comercio num local para elites.É que popular não contradiz qualificação e a rua é nossa.
este cenário existe em outras cidades europeas . Em Amsterdam : Waterlooplain a 100 m. do museo Rembrand , um mercado de artesanato , "quinquilharia" e pseudoartesanato . No centro histórico de Madrid temos " El Rastro " cheio de artesanato e pseudo artesanto e mais quinquilharia chinesa ..que nos falta a nós lisboetas para ser menos que os outros ? ... parece que para alguns Lisboa tem q ser uma cidade para gente chic e se esquecem que Lisboa é feita de lisboetas de todas as clases sociais
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